quinta-feira, 10 de julho de 2008

CRISTO, LA LUZ DE LA INTELIGENCIA ESPIRITUAL -William Kelly

CRISTO, LA LUZ DE LA INTELIGENCIA ESPIRITUAL
William Kelly



Dios, cuando comunica algo al hombre, nunca lo hace de forma oscura. Sería una teoría monstruosa sostener que Dios, cuando da una revelación, lo hace de manera tal que resulte imposible que la entiendan aquellos a quienes quiso dirigirla. ¿Qué es lo que hace que todas las Escrituras resulten tan difíciles? No es su lenguaje. Una sorprendente prueba de ello la podemos ver en el hecho de que si alguno preguntase qué parte del Nuevo Testamento considero que es la más profunda, en seguida me referiría a las epístolas de Juan; y es más, afirmo que no hay ninguna otra parte que esté expresada en lenguaje más simple que estas mismas epístolas.

Las palabras no son las de los autores o redactores de este mundo. Tampoco los pensamientos son enigmáticos ni llenos de alusiones extrañas y abstrusas. La dificultad de la Escritura estriba en el hecho de que ella es la revelación de Cristo para las almas que tienen sus corazones abiertos por la gracia para recibirla y para valorarla. Ahora bien, Juan fue uno que había sido admitido a esta gracia de manera preeminente. De todos los discípulos, él fue el más favorecido en la intimidad de la comunión con Cristo. Ello fue así, ciertamente, cuando Cristo anduvo sobre la tierra; y Juan fue especialmente utilizado por el Espíritu Santo para darnos los pensamientos más profundos del amor y de la gloria personal de Cristo.

La verdadera dificultad de la Escritura consiste, pues, en el hecho de que sus pensamientos están infinitamente por encima de nuestra mente natural. Para entender la Biblia, debemos renunciar al yo. Debemos tener un corazón y un ojo para Cristo, o, de lo contrario, la Escritura se convertirá en una cosa ininteligible para nuestras almas; mientras que, cuando el ojo es sencillo, el cuerpo entero está lleno de luz. Por eso podemos encontrar a un hombre erudito, completamente errado, por más que sea cristiano. Bien puede verse impedido de entender las epístolas de Juan o el Apocalipsis, por ser demasiado profundos para él; mientras que, por otra parte, podemos hallar a un hombre muy simple que, si bien puede no ser capaz de entender plenamente estas Escrituras o de explicar cada porción de las mismas correctamente, no obstante bien puede gozar de ellas; pues estas Escrituras comunican pensamientos inteligibles a su alma, proveyendo además consuelo, guía y provecho.

Incluso si se tratara de eventos del porvenir, de Babilonia y de la bestia, el hombre sencillo encuentra allí grandes principios de Dios que, por más que se hallen en el libro considerado como el más oscuro de todos los libros de la Escritura —el Apocalipsis—, no obstante tienen un efecto práctico en su alma. La razón es que Cristo está ante él, y Cristo es la sabiduría de Dios en todo sentido. No se trata, naturalmente, de que puede entenderlo porque sea ignorante, sino de que puede hacerlo a pesar de su ignorancia. Tampoco porque un hombre sea erudito, es capaz de entrar en los pensamientos de Dios. Ya sea ignorante o docto, hay un solo camino: el ojo que ve lo que se refiere a Cristo. Y cuando se tiene eso firmemente fijo ante el alma, creo que Cristo viene a ser la luz de la inteligencia espiritual de la misma manera que lo es de la salvación. Y el Espíritu Santo constituye el poder que permite comprender; pero Él nunca da esa luz excepto a través de Cristo. De no ser así, el hombre entonces tiene un objeto ante sí que no es Cristo, y, por lo tanto, no puede entender la Escritura, la cual revela a Cristo. El tal está tratando de forzar las Escrituras en apoyo de sus propios objetivos, cualesquiera que sean, pervirtiendo de esta forma la Escritura. Ésta es la verdadera clave de todos los errores respecto de la Escritura. El hombre agrega sus propios pensamientos a la palabra de Dios, y elabora un sistema que no tiene ningún fundamento divino.

WILLIAM KELLY

Um Julgamento Surpreendente- Samuel C Espindola

UM JULGAMENTO SURPREENDENTE


MT 7:21

O Assunto é "Quem entrará no Reino dos Céus ?". Jesus em poucas e suficientes palavras respondea questão; Ele diz: "Aquele que faz a vontade de meu Pai". A resposta parece simples eum cristão bem intencionado diz: "Pronto,agora sei como vou entrar, só preciso saber a vontade de Deus e pratica-la". E com muito zelo ele busca na Bíblia a vontade de Deus, e lê "que seria bom que todos profetizassem". Ele então começa a profetizar em nome do Senhor, proclamando aos quatro ventos aquilo que está escrito, partilhando, estudando e se apofundando para ser fidedigno ao que "esta escrito". Como alguém que cuida ter sido comissionado por Deus a proclamar a Palavra.
Como se não bastasse esse irmão empolgado e cheio de ousadia e com a autoridade do nome de Jesus começa a espulssar demônios. Ele leu a ordem de Jesus aos discípulos, "cure os enfermos, espulssai os demônios" e conclui que "se a Palavra está dizendo para fazer ele deve realmente atende-la" E como os demônios se sujeitam ao nome de Jesus , ele sealegra e chega a crença que Deus está realmente com ele e que tudo o faz esta agradando-O. E já com uma Fé inflada ele opera maravilhas em nome de Jesus, impactando a vida de muitas pessoas, ele motiva , emociona e promove atos de fé e os sinais começam a acontecer.
A vida dele é repleta de obras, e então chega o momento, "Aquele Dia". E Jesus diz que alguém desse porte estará lá e dirá ao Senhor: " Não profetizei em teu nome? Não espulsei demônios em teu nome? Não fiz maravilhar em te nome?
E Jesus então tem uma reação inesperada, ele responde : "Nunca te conheci, aparta-te, você que pratica a iniquidade"
Primeiro Ele diz "nunca te conheci", e esse "conheci" diz respeito a intimidade. É a mesma palavra grega que diz que José não "conheceu Maria", a mãe de Jesus. É claro que Jesus sabe quem essa pessoa, sabe de todas as coisas o que Ele está dizendo no entanto é: "você não é íntimo, como julga saber que praticou a minha vontade?" Quando lhe foi dito para fazer o que fez?
E numa reação ainda mais surpreendente ele classifica as obras dessapessoa de " práticas de iniquidade", Jesus não desmente osseus feitos. Se aquela pessoa estivessementindo certamente Jesu teria dito,mas o que ele questiona é a confiança daquela pessoa classificando seus feitos de iniquidades. Jesus está ensinando que não basta fazer o que é Bíblico ou o que achamos o que é certo. Ele diz que o primeiro passo para fazer a vontade de Deus é estar gozando da intimidade. O Senhorio de Jesu é total , e é infantilidade pensarmos que mesmo sem a liderança de Jesus produziremos obras que nos qualifica para entrar no Reino dos céus. Os farizeus e até Saulo mostraram como é possivel praticar a letra e mesmo assim se encontrar lutando contra Jesus.
Pensamos que praticar iniquidade é sómente fazer coisas que julgamos "vergonhosas". Mas a própria palavra "iniquidade" que vem do grego "hamartia" significa "errar o alvo". Deus sempre tem uma vontade e se ainda não ouvimos a sua voz não quer dizer que temos a autorização para imaginar o que Deus iria querer que fizessemos. Interessante é que Jesus diz: "aquele que faz a vontade de meu Pai, que está no céu ".
A vontade de Deus está nele mesmo e Ele está no céu. Ele pode usar a Bíblia para para te revelar o que quer, mas isso não transforma o "Livro Sagrado" em um oráculo. O nosso chamado não foi para nos relacionarmos com escritos ( a letra), mas para termos intimidade com o Espirito, que é vivo e está por traz dos escritos. Ele é ativo e não estático como as letras, a Palavra ou Verbo é uma Pessoa e sem esse entendimentoiremos aos "Escritos Sagrados" buscar regras e práticas que julgamos ser a vontade de Deus. Jesus disse que muitos profetizarão, expulsarão demonios, farão maravilhas em nome de Jesus e ele mesmo disse que estariam praticando iniquidade e não entrariam no Reino dos Céus.
Nos envolvemos com muitas obras e atividades, mas em quais estamos fazendo a vontade do Senhor, foi por uma "obrigação religiosa" ou foi apartir de momentos de intimidade com Jesus. De onde partiu a iniciativa de nossas obras, onde nasceram? Cheira a Cristo ou a nós mesmo ?

OS DOIS ALICERCE
Como se não bastasse o discurso sobre "quem entra no Reino dos Céus", Jesus fala sobre duas casas. E usa essa parabola para ratificar o que dissera nos versículos anteriores.
Jesus afirma que é possivel construir uma casa sobre a Rocha e outra sobre a areia. O entendimento dessa possibilidade poderá chocar alguns que acreditam que se a casa está de pé é porque o Senhor quis. Jesus diz aqui que algumas casas que vemos por ai não se enquadram no seu "Plano de Construção" e nem resistira a Tribulação.
"Quem ouve e pratica constroi sobre a rocha", Jesus está falando de uma vida, de realizações. Olhando para as duas casas não podemos perceber qual é qual, as duas são casas e estão de pé. Existe porém duas diferenças e uma está invisivel, está no subsolo. Sabemos que uma casa é construida apartir de seus alicerces, ela inicia-se ali. O Prudente constroi sobre a Rocha e seu alicerce é uma expressão da Rocha.
Já o insensato constroi a partir do nada, ele mesmo define o início de sua construção. A vida e feitos do insensato tem origem nele mesmo, ele não é uma continuaçãoda Rocha. Ele inicia a sua obra onde pensa estar bom, ele se firma no seu proprio entendimento.
Depois de pronta quem poderá distingui-las? Elas possuem as mesmas estruturas, a diferençaestá em suas origens. Essa parábola se alinha com o discurso anterior onde Jesus falou sobre pessoas que profetizam, expulsa demonios e faz maravilhas e são chamados de praticantes de iniquidade. Com essa outra parábola Jesus reafirma que não é o que fazemos que nos qualificara para entrar no Reino, não são as obras, masa intimidade que nossa construção tem com a Rocha, sua origem é o que conta.
Duas pssoas izeram as mesmas casas, praticarm aparentemente as mesmas obras mas a diferença está no íntimo, no oculto das motivações, na real intimidade de cada um com Jesus.
Epelo que Ele diz a segunda diferença entre as casas só será vista quando as obras de cada um for provada, quando nossas realizações e vida forem posto a prova, ai então sabrmos se subsistirão. A construção que permanecerá é fruto do entrelaçamento nosso com o Senhor. A constução que não resistira poderá ter a mesma aparência, os mesmos feitos, tão boa quanto a outra, mas será destruida, considerada trabalho perdido. Quantas denossas realizações tem origem no Senhor? Quantas permanecerão ao jugamento ? Será que pensamos que por parecer bíblicas e espirituais elas realmente nos qualificarão para o Reino?
É melhor um tijolo sobre a Rocha do que um palácio sobre a areia. Mesmo que a principio sejam poucas obras, se comparadas com aqueles que andam pelo seu próprio entendimento, mas que os nossos feitos possam ser uma expressão da vontade de Deus e que subsistirar ao julgamento. Não é o tamanho ou aparência da sua obra que te qualifica para o Reino, masa origem dela.
Deus rejeita nossas boas iniciativas e idéias, Ele deseja somente a nossa obediência.
Praticamos iniquidade poer não fazer o que Ele pediu e praticamos iniquidade quando fazemos o que não nos foi pedido.
Existe uma alvo, a Vontade de Deus, e errar e exatamente o que significa "iniquidade" ( hamartia - errar o alvo).
"Por isso sigo par o Alvo" ( Paulo , o apostolo)
Samuel Cardoso Espínola

Irmãos em Cristo Jesus.

Irmãos em Cristo Jesus.
Mt 5:14 "Vós sois a luz do mundo"