sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Arrependimento - Gino Iafrancesco

O primeiro chamado do evangelho é ao arrependimento; sem arrependimento não a evangelho. O chamado a fé inclui o arrependimento. A palavra grega traduzida para arrependimento é “METANOIA”, que é composta de duas palavras, “meta”, mudança, transformação, e “nous”, mente; tem a ver com a mudança da nossa mente, pois, como diz em provérbios 23-7: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é...”A pessoa se comporta segundo o ânimo com que enfrenta a vida, e tal ânimo é segundo o pensamento que ela abriga. Não pode, pois, mudar a sua conduta enquanto se tem no coração uma atitude negativa e de inimizade contra Deus. O propósito do evangelho é a reconciliação do homem com Deus, com os demais homens, e com o resto da criação. Daí a urgente necessidade de uma “metanoia”, que dizer, de um verdadeiro arrependimento, a mudança de uma atitude diante de Deus, dos homens e da natureza.
“Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça...” (Atos 17:30-31). A introdução do evangelho é esta: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt 4:17); isso é o que Jesus começou a pregar e o que mandou seus apóstolos pregarem.“Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém.” (Lc 24:46-47). Jesus, pois, declarou: “Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.” (Lc 13:5); e o apostolo Pedro, com as chaves do Reino, quando foi perguntado pelo que haviam de fazer, abriu as portas com a irremovível declaração: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.” (Atos 2:38); e na porta chamada formosa, declarou: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados; a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério...” (Atos 3:19-20).
Não podemos começar a edificar o Reino de Deus sem arrependimento. Somente pessoas arrependidas entram no Reino; Não pode ter entrada quem permanece com o seu coração duro contra Deus, e os homens, destruindo a terra, sem reconhecer os seus pecados e obstinando-se soberbamente em suas ofensas ao Criador e suas criaturas.
Arrependimento significa, pois, reconhecimento da nossa culpabilidade, unido-a a uma confissão desta, pedindo perdão a onde corresponda, se só a Deus, o também aos homens em caso de haver-los ofendido; então com sinceridade e honestidade, decidir abandonar de agora em diante esse pecado, e propor-se, esperando e contando com á ajuda de Deus, a não más pratica-lo, procurando na medida do possível restituir o dano, tenha sido este contra a confiança, a honra, os bens,ou qualquer outra coisa. Nosso arrependimento deve abranger a todo pecado, injustiça ou transgressão, pois, néscio seriamos reservando-nos ao luxo de acariciar alguns pecados favoritos deixando apenas aqueles que menos nos escravizam. Devemos ser drásticos e honestos com nós mesmo, acatando na confiança e esperança da Sua Graça, a demanda divina. O Arrependimento é, pois, uma atitude integra de coração que se volta a buscar e fazer a perfeita vontade de Deus, apesar da nossa debilidade.
A graça de Deus é que faz o Espírito Santo nos convencer do pecado, da justiça, e do juízo; sim, é Deus que nos concede o arrependimento (2Tm 2:25). Por isso diante da nossa vileza e dureza, devemos a Deus levantar nossos olhos, pedindo que a sua graça nos converta (Jr 31:18). Enquanto tenhamos consciência da nossa responsabilidade, elevemos nossas suplicas a Deus, para que não nos abandone em nossos pecados, de sorte que nos fortaleça para o arrependimento. Sua graça que não tem tirado a nossa responsabilidade, e possibilitará nossa sincera conversão.
Além disso, o arrependimento não é uma experiência de uma única vez, de sorte que deve ser a experiência imediata diante de qualquer queda; a igreja também é chamada ao arrependimento (Ap 2: 5, 16, 22; 3: 3,19), e muito mais quando sabemos que não só há pecados de ação, se não que também de omissão, que dizer, quando sabemos que devemos fazer o bem e não fazemos (Tg 4:17).
À Apostasia voluntária que renega de Cristo lhe expondo ao vitupério, afasta a possibilidade de um futuro arrependimento (Hb 3:12-13); pelo qual a igreja, isto é, cada cristão, não deve deixar deslizar seu coração no endurecimento do pecado. A morada de Deus é um espírito contrito e humilhado, o qual assim, não será por Ele desprezado (Sl 34:18; 51:17; Prov.16:19; 29:23; Ecls. 7:8; Miq. 6:8).

Quem Participará da Primeira Ressurreição?- G.H Lang

As Escrituras que convocam o crente para a Coroa de modo tão insistente como convoca o não crente para a cruz, apresenta novamente uma dupla verdade com clareza cristalina. Paulo abre uma pequena obra prima da revelação em Filipenses 3.3-15, demonstrando uma extrema desesperança. Qual é ela? O homem que chegou mais próximo no contato com Deus através da sua própria bondade, comprovou ser o principal dos pecadores. Pondere nas qualidades incomparáveis de Paulo: alma alguma antes ou depois jamais elevou à face de Deus u´a mão cheia com pérolas tão excelentes! Vejamos: Circuncidado - marcado como pertencendo a Deus desde a infância; Da linhagem de Israel - com direito de sangue à salvação; Da tribo de Benjamim - uma tribo que nunca se separou; Hebreu de Hebreus - judeu de sangue puro, remontando às gerações mais antigas; Fariseu - intensamente ortodoxo; Perseguidor da igreja - incendiado pelo zelo a Deus; Quanto à Lei irrrepreensível - obediente até ao iota ou til. Homem algum chegou tão próximo de alcançar a vida por meio daquilo que era e fez. "Se algum homem" - de qualquer era, raça ou religião - "julga poder confiar na carne, ainda mais eu" - Paulo se coloca acima de todos os legalistas para sempre. Mas uma descoberta repentina e terrível arrasou com suas esperanças. "E outrora eu vivia (aos meus próprios olhos) sem a lei; mas quando o mandamento (não cobiçarás) veio (à minha consciência), reviveu o pecado (voltou a viver) e eu morri (me vi como um homem morto). E o mandamento que era para vida (no propósito de Deus), esse achei que me era para morte (em realidade) - (Rm.7.9,10). "Se algum homem julga poder confiar na carne, ainda mais eu"; mas o que sua visão interior revelou? Um cadáver diante de Deus. Com a falha de Paulo o mundo inteiro se desfaz em irremediável desespero.Em seguida surge uma justiça superior.Qual? Não a de Paulo, pois ele havia descoberto, com Isaías, que "todos nós somos como o imundoe todas as nossas justiças como trapos de imundícia" (Is.64.6). Agora ele descobre que aquilo que ele não pôde fazer, Cristo fez; que aquilo que ele não pode ser, Cristo foi; e que Cristo o fez e tem feito a fim de tomar o seu lugar (2co.5.21). Instantaneamenteele larga sua própria justiça e agarra a de Cristo; ele troca as suas próprias pérolas por uma que não tem preço, uma gema perfeita. "E as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo e seja achado nEle, não tendo a minha justiça...mas a que é pela fé em Cristo". Paulo depois disso nunca duvida da sua salvação (Rm.8.39), pois Cristo guardou a Lei não com a cabeça, mãos e pés apenas, mas com o coração também (Sl.40.8), e esta justiça é de Paulo agora (Rm.5.19). A extrema desesperança é substituída por uma suprema salvação.Ainda restauma extrema incerteza. Aqui estão palavras supreendentes: "Irmãos, quanto a mim,não julgo que o haja alcançado ... mas vou prosseguindo" (Fl.3.13). Não alcançou o que? "Para ver se de algum modo posso alcançar a ressurreição dentre os mortos" (3.11)." Está claro que Paulo tinha alguma ressurreição especial em vista, a saber, a primeira; e para participar dela ele estava esforçando cada nervo" (J. MacNeill). Prosseguindo para o que? "Para o alvo, para o prêmio da soberana vocação" - "se" : condicional - "de algum modo" : é arriscado - "posso alcançar" : incerto - "a ressurreição para fora": seletiva (conforme o original grego-tradutor) - "que é dentre os mortos" : exclusiva. Seria dificil abarrotar um texto com mais incerteza do que Paulo faz aqui. Assim se expressou o Bispo Ellicott: "Como o contexto sugere, a primeira ressurreição. Qualquer referência aqui a uma simples ressurreição ética está totalmente fora de questão". O versículo que conclui este capítulo deixa claro que Paulo está falando de ressurreição física: "Aguardamos o Salvador que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme o Seu corpo de glória". Todas as passagens que se referem à ressurreição "de entre os mortos" (Mc.10.10; Lc.20.35; Rm.1.4; Apoc.20.4) indicam ressurreição física. Da ressurreição final quando todos sem exceção serão ressuscitados, Paulo não poderia ter dúvida. Que sentido então pode ter esta passagem, se ela o apresenta se esforçando e sofrendo simplesmente para alcançar uma ressurreição e sustentando isso para exame como sendo inatingível, a menos que alcançasse um elevado nível de perfeição cristã? Imaginemos por outro lado, uma primeira ressurreição a ser designada como recompensa especial de altos méritos na virtude cristã e tudo parece ser simples e fácil. Com respeito à Primeira Ressurreição, disse Dean Alford: "Aqueles que viveram próximos dos Apóstolos e a igreja toda durante os três primeiros séculos aceitavam a primeira ressurreição no evidente sentido literal. É uma visão estranha ver nestes dias expositores que estão entre os primeiros em respeito ao que é antigo, pondo de lado complacentemente o exemplo mais convincente que a antiguidade primitiva apresenta". De tais casos como o de Lázaro que morreu novamente, é certo que o ato da ressurreição é distinto do seu estado; por isso nosso Senhor associa a Primeira Ressurreição com a Era Vindoura: "Os que são julgados dignos de alcançar a Era Vindoura e a ressurreição dentre os mortos" (Lc.20.35). O ato da ressurreição para se comparecer diante do Tribunal de Cristo é desse modo distinto da participação da Primeira Ressurreição, ou, Era Milenar. Foi visando uma ressurreição não temporária, um estado, não um ato, que os antigos mártires recusaram a vida: "As mulheres receberam pela ressurreição seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição" (Hb.11.35; Mt.10.30.9). Não se trata de Paulo assumir sua própria morte, pois não foi até poucas horas antes da sua partida que Deus lhe revelou seu martírio (2Tm.4.6). Mas é a sua aspiração, seja vivou ou morto, alcançar o estado dos ressuscitados naquele Reino no qual só se entra pela incorrupção (1Co.15.50). Por isso, o batismo ordenado para o Reino (Jo.3.5) ilustra o canteiro do qual as plantas-companheiras de Cristo brotarão (Rm.6.5) em Sua ressurreição, a Primeira: ninguém não batizado em Moisés (1Co.10.1) jamais entrou em Canaã, embora a maior parte dos assim batizados falhou depois do batismo. Tertuliano testifica que em seus dias, a era que veio logo após à dos apóstolos, era costume dos cristãos orar para que pudessem ter parte na Primeira Ressurreição (Dr. Seiss - The Last Times, pg.242). "Paulo não pode estar falando de uma ressurreição no sentido figurado, isto é, da regeneração, porque ele já a havia alcançado no caminho para Damasco" (Moses Stuart). A salvação nunca pode ser insegura; o prêmio nunca pode ser garantido até que seja recebido. Por que? (1) Porque é um prêmio. Se o prêmio for dado à fé sem obras, então não é mais um prêmio. "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade correm, mas um só é que recebe o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis" (1Co.9.24). (2) A glória dos serviços prestados no passado não pode garantir imunidade à apostasia. Ninguém renunciou, sofreu ou serviu tanto quanto Paulo e ainda assim ele não admitiu ter recebido nenhum prêmio. (3) Doutrinas falsas despojam a Deus da Sua glória e a nós da nossa: "Portanto, ninguém roube o vosso prêmio" (Col.2.18, versão inglesa). (4) Os pecados carnais também desqualificaml, por isso: "Antes subjugo o meu corpo e o reduzo à submissão, para que, depois de pregar aos outros, eu mesmo não venha a ser desqualificado" (para a coroa - 1Co.9.24-27). A insegurança do principal dos apóstolos vincula à igreja a insegurança da recompensa para sempre. "Não que já tenha alcançado ou que seja perfeito; mas prossigo para ver se poderei alcançar", isto é, o alcançar está indissoluvelmente ligado à perfeição. Obediência constante e um andar íntimo com Deus, podem produzir "certeza da esperança" como Paulo em suas últimas horas soube por revelação que ele havia ganho o prêmio (2Tm.4.8). "Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santíssimo Lugar, pelo sangue de Jesus ... cheguemo-nos em plena certeza de fé" (Hb.10.19,22). Nossa vida eterna, fundamentada na cobertura plena do sangue da expiação, é tão segura quanto Deus. Mas uma visão bem ampla se descortina além: "Cada um de vós mostre o mesmo zelo até o fim, para plena certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas" (Hb.6.11,12). Não devo ter esperança de que sou salvo; devo crer que sou salvo. Por outro lado, não devo crer que ganhei o prêmio, mas esperar que o ganharei. Só o "fim" pode revelar como corri. Mas, quanto mais batalhas ganharmos e mais quilometragem cobrirmos, mais poderemos amadurecer para a plena certeza da esperança. "Bem poderemos vencer" (Nm.13.30).Portanto, tudo culmina num esforço supremo: "Uma coisa eu faço (grego: única coisa)". Isto é somente para Paulo? "Portanto, todos", porque ele é o nosso exemplo inspirador, "quantos somos perfeitos, tenhamos esta mente". "Buscai primeiro o reino de Deus" (Mt.6.33), é a palavra do Senhor aos discípulos já no reino em mistério. Como? (1) "Esquecendo-me das coisas que atras ficam - o valor inestimavel do prêmio pode ser calculado pelos imensos sacrifícios necessários para conquista-lo. "O reino dos céus não tem matrícula, mas sua assinatura é: tudo o que o homem tem. Seu preço é: um mundo crucificado. Bem aventurado é o homem para o qual o mundo, com todos os seus trapos de honra, está crucificado, e que considera o seu valor idêntico ao de um ladrão na forca. Nada torna o mundo mais real ou mais abençoado do que a renúncia dele. (2) "Avançando para as coisas que estão adiante" - é um corredor, como diz o Professor Eadie, em sua agonia de esforço e esperança: cada músculo é esticado, cada veia aquecida; o peito arfa e enormes gotas surgem na testa; o corpo se dobra para a frente, como se o corredor quase tocasse o alvo". "Portanto, esforcemo-nos para entrar naquele descanso, para que ninguém (nenhum discípulo) caia no mesmo exemplo de desobediência" (Hb.4.11). (3) "Esta (única) coisa eu faço". Todo o seu ardor missionário, sua sede pelas almas, seu trabalho pelas igrejas, se curvam diante dessa paixão que dominava sua alma; por causa da pista de corrida para o prêmio Deus colocou estes canais de santo serviço ao longo dela, e o trabalho penoso de hoje é a medida da glória de amanhã. "A Primeira Ressurreição é uma recompensa pela obediência e concedida depois que se aceita a salvação, e Paulo conhecia o padrão que Deus havia fixado em Seu próprio propósito" (G. H. Pember). "O Reino dos Céus sofre violência e homens violentos o tomam pela força" (Mt.11.12). (4) É uma chamada "para cima", portanto, é Deus que está chamando. "Que andeis de um modo digno de Deus, o qual vos chama ao Seu reino e glória" (1Tess.2.12). Paulo faz distinção entre o Testamento e o Codicilo, isto é, 'a alteração de um testamento por disposições adicionais a ele', e isso confirma seu contraste entre dádiva e prêmio. "Verdadeiramente herdeiros de Deus (mén,grego), sem qualquer condição, a não ser a regeneração; "mas, (dé,grego) co-herdeiros com Cristo, se for o caso de sofrermos - "caso soframos como Ele sofreu" (Olshausen); "contanto que soframos (Alford) com Ele, para que sejamos também com Ele glorificados" (Rm.8.17). As duas heranças envolvem vida eterna, mas o Codicil que lega a co-herança com o Messias em Seu reino milenar e a lega na mesma condição que nosso Senhor a recebe (Fl.2.3; Hb.1.9; Is.53.12), antecipa o Testamento em mil anos. Ela é a "recompensa da herança" (Col.3.24), uma herança que outorga uma "entrada abundante" no Reino Eterno (2Pd.1.11). As duas heranças estão no Testamento e são oferecidas a todos; tanto o Testamento quanto o Codicil dependem da morte do Testador para sua validade, mas sem o cumprimento da sua condição o Codicil é ineficaz. "O sofrer com Ele deve envolver a dor devido a nossa união com Ele" (Moule): "Se sofrermos, com Ele também reinaremos" (2Tm.2.12). O Testamento é a herança incondicional da livre graça; o Codicil é a glória condicionada à identidade da experiência com Cristo. Deus está nos chamando das nossas glórias terrenas para o Seu Trono: "Para que sejais havidos por dignos do reino de Deus, pelo qual também padeceis" (2Tess.1.5). A Cruz é nossa para sempre; quando tivermos sido aprovados, receberemos a Coroa (Tg.1.12). Honramos a Deus na proporção em que almejamos Suas imensuráveis recompensas. O apóstolo não apenas renuncia: ele esquece; ele não apenas prossegue: ele avança com força; ele não apenas contempla: ele se estica; ele não apenas faz isso: ele faz só isso. "Pelo que todos quantos somos perfeitos tenhamos esta mentalidade" (Fl.3.15). "Oh! Que o pensamento, a esperança da bem-aventurança do Milênio possa me ativar a aperfeiçoar a santidade no temor de Deus, para que eu possa ser considerado digno de escapar dos terriveis julgamentos que abrirão caminho para aquele feliz estado de coisas e que possa ter parte na Primeira Ressurreição!" (Fletcher of Madeley). Porque "bem aventurado e santo é aquele que tem parte na Primeira Ressurreição ... e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos" (Apoc.20.6, 4).

Irmãos em Cristo Jesus.

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Mt 5:14 "Vós sois a luz do mundo"