domingo, 14 de setembro de 2008

O fim de nós mesmos-Gonzalo Sepúlveda

"Miserável de mim! quem me livrará deste corpo de morte?" (Romanos 7:24).

A bem conhecida exclamação de Paulo em Romanos 7:24, costuma desconcertar muitos cristãos. Muitos chegam a duvidar de que esta expressão represente a um renascido; ao contrário, parece a condição de um mundano sem relação alguma com o Salvador Jesus Cristo. No entanto, devemos reconhecer que, na sabedoria divina, este famoso capítulo 7 do livro de Romanos está muito bem localizado no Novo Testamento.
A revelação de nós mesmos
Até a metade do capítulo 5 de Romanos, Paulo expõe amplamente a respeito da obra do nosso Senhor Jesus Cristo na cruz em seu aspecto externo ao homem em si: o perdão dos pecados cometidos, por meio do sangue derramado (3:25), o repouso da consciência ou a bem-aventurança de quem sabe que está perdoado (4:7) e em paz para com Deus (5:1).
Mas, a partir da segunda parte do capítulo 5 desta importante epístola, o Espírito Santo começa a nos revelar a condição de "nós mesmos"; não somente os delitos e pecados que nos afastavam do Deus santo, e sim a "constituição" do próprio homem por causa da herança adâmica (5:19).
Nenhum dos frutos do verdadeiro cristianismo poderá ser vistos na vida e testemunho prático do crente, a menos que consiga compreender esta vital revelação que as Escrituras nos mostram a respeito de nós mesmos. A tão sonhada restauração da igreja, a vida corporativa, o funcionamento de todos os membros, a unidade dos filhos de Deus renascidos em Cristo, o testemunho do evangelho por meio da igreja às nações, etc., não será possível, nada será uma prazerosa realidade, a menos que todos, ou a maioria, ou ao menos muitos irmãos e irmãs em Cristo, cheguem a uma clara e inteligente experiência de Romanos capítulos 6 e 7.
Uma das maiores desgraças do cristianismo contemporâneo consiste em que a grande maioria dos irmãos não passa de Romanos 4 em sua experiência de fé, o qual os torna tremendamente vulneráveis na hora de enfrentar situações de provações, tribulações, perseguições, desilusões, conflitos entre irmãos, (leia-se divisões), e batalhas espirituais com o inimigo, Satanás, o acusador.
Quando lemos Romanos capítulos 12 a 16, nos encontramos com uma igreja sonhada: com todos os membros amando-se, preferindo-se e abençoando uns aos outros (12), com um fiel testemunho diante do próximo, diante das autoridades civis, desprezando as obras das trevas e revestindo do Senhor Jesus Cristo (13), recebendo uns aos outros, sem lutas, menosprezos nem julgamentos, vivendo para o Senhor (14), suportando, recebendo e abundando em esperança pelo poder do Espírito Santo, cheios de todo conhecimento (15), e todos os santos servindo com gozo ao Senhor, abrindo as suas casas para a comunhão da igreja e para a evangelização, atentos contra toda divisão e tropeços contra a doutrina (Cristo), servindo sempre a "nosso Senhor Jesus Cristo" e esmagando a Satanás debaixo dos seus pés (16).
Bendita igreja de Cristo, bendita noiva que espera o seu amado, bendito testemunho para quem jaz em seus pecados, bendita luz a um mundo egoísta e escravo de paixões infames. Essa é a igreja sonhada por todo servo fiel e - por que não dizê-lo -, pelo próprio Cristo. É a igreja gloriosa, é a glória posterior (maior que a primeira), pela qual o Senhor virá, fechando a história da graça e iniciando a nova era do seu bendito reinado (como é anunciado em Apocalipse 12:10; 19:7 e 20:6).
Mas, amados irmãos, nada disto poderá se realizar, se não passarmos pelo "máquina de moer" de Romanos 6 e 7. Temos que chegar ao fim de "nós mesmos", a ter-nos por homens e mulheres miseráveis, incapazes de realizar os propósitos divinos; nossas forças devem ser enfraquecidas ao extremo, para dar lugar à vida sempre poderosa e triunfante do Espírito Santo. Quando um cristão não passou por este tipo de crise, costuma tornar-se perigoso - mais ainda, de pouco confiança - na obra de Deus.
Quando Pedro sugeriu ao Senhor que não fosse a Jerusalém, sem dar-se conta, estava recorrendo às suas próprias idéias, ou seja, à sua força natural, às suas "boas intenções". Como sabemos, o Senhor Jesus atribuiu ao próprio Satanás tais intenções (Mateus 16: 22-23). (Neste episódio Pedro representa a muitos cristãos inexperientes, meio formados, cheio de boas opiniões, mas longe de agradar ao seu Senhor). Foi só depois do triste episódio da negação, que este servo chegou a conhecer a si mesmo. Tal experiência é o melhor exemplo do relatado pelo apóstolo Paulo em Romanos 7:24. Naquele pranto amargo (Mateus 26:75), Pedro tomou real conscientização da sua miséria pessoal.
Em Lucas 5:8, Pedro tem consciência dos pecados cometidos em sua vida antes de conhecer o senhor Jesus, mas em Mateus 26 chega a ter consciência de sua incapacidade natural de agradar ao Senhor com as suas próprias forças: teve o "querer fazer o bem, mas não a capacidade de realizá-lo" (Romanos 7:18). Isto é o que tecnicamente poderíamos definir como "a operação ou experiência subjetiva da cruz". No Antigo Testamento este tema está amplamente tipificado em todos os fracassos de Israel em sua peregrinação pelo deserto e também na circuncisão de todos os homens na colina de Haaralote, relatado no livro de Josué capítulo 5, entre outras passagens.
A necessidade de uma experiência mais profunda
Amados irmãos e irmãs que de coração limpo invocam o precioso nome de nosso Jesus Cristo em todo lugar, vivemos uma hora crucial no desenvolvimento do propósito de Deus nesta geração. É urgente e necessário que inclinemos o coração diante do trono do nosso bendito Deus e Pai e reconheçamos que, a menos que a vida da ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo se manifeste em cada um de nós, não seremos de muita utilidade no seu reino. Para isto, é necessário que a Sua palavra faça-se vida em nós, que deixemos atrás os tempos de preguiça e negligência, os tempos em que só líamos passagens devocionais favoritos em nossas Bíblias, e roguemos ao Senhor que nos revele a sua palavra da cruz (1ª Cor.1:18) tal como ele deseja que a conheçamos; que passemos para uma etapa mais elevada, mais madura, de nossa experiência em Cristo Jesus.
Até quando o nosso testemunho estará limitado à experiência do perdão dos nossos pecados por Seu sangue? Já não é tempo de levantarmos e proclamar que em Cristo morremos para o pecado e que, além disso, morremos para a lei? Não descansemos (na realidade não há descanso possível), até que o que está escrito em Romanos 6, 7 e 8 venha a ser parte da nossa própria vida, de nossa bendita experiência em Cristo. De outra maneira, passaremos a fazer parte da extensa lista de cristãos frustrados, que jamais entraram nas riquezas da graça do nosso Deus e que estão expostos a ter grande perda no tribunal de Cristo.
Deus nos chama a ser protagonistas do nosso tempo, vencedores em meio de um cristianismo morno e conformista. É hora de nos levantar com o poder da "lei do Espírito de vida em Cristo Jesus", para que o Senhor Jesus Cristo obtenha a Sua igreja gloriosa. Ele a obterá sem dúvida, mas nossa aspiração deve ser estar lá: ser parte da noiva vestida de linho fino, ser um dos vencedores de Apocalipse 2, ser dos servos fiéis de Mateus 25.
É fácil reconhecer a vida de Cristo fluindo em outro irmão. Torna-se bela e singela a relação de comunhão, de amor e até de serviço entre os servos, irmãos e irmãs, cujo único centro das suas vidas é o próprio Cristo. De outra forma, se tão somente nos encontrarmos com um 'sábio cristão', de conhecimentos fora do nosso alcance, com uma vida cristã teórica e religiosa, ao relacionarmos com tal irmão, nos encontraremos talvez com boas doutrinas, com uma linda história, mas, enfim, só tocaremos 'no homem' que sustenta certas verdades (pelas quais lutará até render a sua vida), mas infelizmente, ao não encontrarmos com a inconfundível vida de Cristo nele, a comunhão é algo quase impossível… A cruz não foi provada na experiência; a arrogância e a auto-suficiência do homem natural ainda estão muito presentes.
Certamente para muitos dos nossos leitores este tema já lhes é conhecido e repetitivo nesta publicação, mas de algum forma sentimos que não devemos deixar de insistir sobre o mesmo, pois a ignorância de muitos filhos de Deus os mantém cativos, sem saída nem resposta diante das grandes interrogações do estancamento da fé. É triste ver multidões de cristãos, em muitos lugares, seguindo lideranças e/ou doutrinas heréticas. Muitas vezes, as ovelhas do Senhor terminam exauridas por quem - como profetizou Paulo em Atos 20:29 - não poupando o rebanho, fazem dos santos uma mercadoria, enquanto estes jazem em sua ignorância, ofuscados pelas coisas externas da fé.
Muitos terminarão frustrados, desiludidos, pois nunca amadurecerão; viveram pela fé de outros, até terminar enredados em sua própria ruína.
Digamos, finalmente, que Deus quer que, além de reconhecermos que somos pecadores por causa das faltas cometidas, cheguemos ao fim de nós mesmos, a reconhecer que, a menos que Cristo viva em nós (isto implica nossa crucificação nele), não poderemos jamais agradar-lhe. Então nos firmaremos no Espírito Santo, poderoso para nos vivificar interiormente e, em comunhão com todos os que se negaram a si mesmos, veremos os dias mais gloriosos da história da igreja… a igreja gloriosa pela qual nosso Marido celestial não tardará em retornar!

Extraído do sitehttp://www.aguasvivas.ws/revista/52/01.htm

Trinitarianismo de Westminster:Niceno ou Reformado?- Robert L. Reymond

Na edição do Outono de 2000 (Vol. 621, n° 2 ) do The Westminster Theological Journal, o dr. Robert Letham fez uma resenha da minha Teologia Sistemática (A New Systematic Theology of the Christian Faith, primeira edição). Uma das suas críticas tem a ver com minha pergunta se o Trinitarianismo da Confissão de Fé de Westminster, II.3, é “Niceno” ou “Reformado” – por “Reformado” aqui quero dizer simplesmente a visão não-especulativa da “eterna geração” e “eterna processão” esposada por João Calvino e seus seguidores – uma pergunta que não considero como inapropriada ou deslocada. Sugeri que a visão da Confissão é a última [ou seja, Reformada], mas não numa forma totalmente nova ou radical, sem dúvida; de fato, reconheço que a linguagem da Confissão é aquela dos Credos Niceno e Niceno-Constantinopolitano. O dr. Letham argumenta em refutação que ao assim fazer, eu separei a causa da Reforma da igreja primitiva – um rompimento que o próprio Calvino tentou evitar com cada fibra de seu ser – e portanto, praticamente cometi o pecado teológico imperdoável.

O dr. Letham afirma que cheguei à minha conclusão “construindo uma hipótese improvável sobre uma teoria insustentável”. Mas eu fiz isso? Quando aprendemos que o Trinitarianismo de Calvino, juntamente com outros princípios de sua fé, “criou um partido”, mesmo nas igrejas Reformadas (B.B. Warfield), cuja visão de Deus era “fundamentalmente diferente”2 da do passado na crença que “as pessoas da Trindade eram iguais umas às outras em todo aspecto” (G. Bray), por que não deveríamos ao menos considerar se a Confissão de Fé de Westminster, o nivelador de águas dos escritos confessionais
Reformados, poderia ter intentado ou não, mediante sua breve declaração sobre a Trindade em II.3, ficar ao lado do entendimento não-especulativo de
Calvino sobre a Trindade, em oposição ao entendimento algumas vezes especulativo dos Pais Nicenos sobre a doutrina? Essa pergunta se torna particularmente premente quando lembramos que,
quando durante as primeiras semanas de suas sessões, a Assembléia de Westminster se engajou na revisão dos Trinta e Nove Artigos,3 e o Artigo viii sobre os Três Credos foi discutido, foi feita objeção àscláusulas ek theou.4 Não parece que houve qualquer argumento a favor da posição subordinacionista: antes, os que defendiam a retenção dos Credos gastaram suas forças em evitar a declaração credal de quaisquer implicações subordinacionistas.5

Por que não deveríamos concluir, então, quando esses mesmos homens, tendo os seus antigos debates sobre o Artigo viii preparado o caminho para um modo mais resumido de procedimento, voltam-se para a tarefa de escrever uma nova confissão de fé – a confissão que agora conhecemos como a Confissão de Fé de Westminster – que eles teriam a mesma oposição a qualquer e toda implicação subordinacionista nessa nova expressão confessional de seu Trinitarianismo? De fato, como Alex F. Mitchell observa, “o assim chamado Credo Atanasiano é contraído numa única sentença”6 do II.3, concernente a qual redução John Murray declara:

A brevidade [do Capítulo II, Artigo 3] é impressionante e sua simplicidade é igualada apenas por sua brevidade. Surpresa e gratidão são evocadas pela moderação ao se definir as propriedades distinguidoras das pessoas da Divindade. Foi a tradição Nicena que embelezou a doutrina, especialmente com respeito à Filiação de Cristo, com uma fórmula além da garantia da Escritura. A Confissão não cai em tais tentativas na definição. Gerações posteriores permanecem em grande débito para com Westminster pela sua prevenção deliberada, que salvou a Confissão de ser carregada com tais noções especulativas, elogiadas por teólogos por mais de mil anos, mas sem nenhum apoio da Escritura. Por conseguinte, tudo que encontramos sobre esse assunto é a breve declaração: ‘O Pai não é de ninguém – não é nem gerado, nem procedente; o Filho é eternamente gerado do Pai; o Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho’. 7

Essa colocação de dados não sugere que existe uma diferença entre o Trinitarianismo Niceno e o que eu caracterizaria como o Trinitarianismo nãoespeculativo da Assembléia de Westminster? Penso que sim, mas mesmo
assim não quero dogmatizar. Mas ainda diria: embora seja possível que os teólogos de Westminster pretendiam apoiar os credos antigos de forma nãocrítica, e afirmar as doutrinas particulares da igreja primitiva da geração contínua do Filho pelo Pai, e a processão contínua do Espírito da parte do Pai e do Filho com respeito ao ser essencial deles como Deus, eu sugeriria que muito mais provável eles pretenderam que sua declaração Trinitariana – claramente

4 Nota do tradutor: ek theou significa “de Deus”. O autor está aludindo à expressão “theos ek theou”, que
aparece no Credo Niceno, e significa “Deus de Deus”.
5 Benjamin B. Warfield, “Calvin's Doctrine of the Trinity,” Calvin and Calvinism (Reprint; Grand Rapids:
Baker, 1991), V:279, fn. 137, itálico adicionado.
6 Alex F. Mitchell, Minutes of the Sessions of the Westminster Assembly Divines (Edinburgh: William
Blackwood and Sons, 187 4), li.
7 John Murray, “The Theology of the Westminster Confession of Faith,” Collected Writings of John
Murray (Edinburgh: Banner of Truth, 1982), 4:248.

tosada de quase todas as verborragias Nicenas e assim, de suas especulações
não-bíblicas – fosse entendida, de acordo com os insights mais bíblicos de Calvino, como uma expressão denotando a “ordem” eterna na Divindade.

É verdade que certos clérigos ingleses da época, tais como George Bull e John Perkins, escreveram defesas do Trinitarianismo do Credo Niceno, mas acho difícil crer que os formuladores da Confissão simplesmente pulassem o tratamento da Trindade por Calvino, como se não existisse, e retornassem sem críticas à teologia de Nicéia com seu subordinacionismo especulativo em subsistência essencial do Filho ao Pai (e mais tarde do Espírito ao Pai e ao Filho). Teólogos presbiterianos americanos ortodoxos, tais como Charles
Hodge, Benjamin B. Warfield, John Murray, J. Oliver Buswell, Jr., Loraine Boettner, e Morton H. Smith, têm seguido geralmente a insistência dos Reformadores do século dezesseis que a segunda e a terceira Pessoas da Divindade são autoteóticas, isto é, Deus por si mesmas, e assim, Pessoas autoexistentes.

O criticismo do dr. Letham surge de uma preocupação muito justa, a saber, a implicação em minha pergunta é que o Trinitarianismo Reformado é diferente do Trinitarianismo da igreja primitiva, separando assim a causa Reformada da igreja primitiva num vínculo estrategicamente vital. Ele afirma, como já observamos, que o próprio Calvino, solícito em manter a unidade católica com a igreja primitiva, como evidenciado por suas freqüentes citações favoráveis dos pais da igreja, particularmente Agostinho, teria se oposto a tal
separação com toda a força de seu ser. Embora a preocupação do dr. Letham
seja apropriada, visto que é certamente verdade que não deveríamos separar a
Reforma Magistral do ensino da igreja primitiva onde não é necessário fazê-lo,
creio que esse é um dentre vários casos nos quais é necessário assim proceder.
Além do mais, creio que o dr. Letham tem uma visão muito alta da estatura da
igreja primitiva como uma igreja de autoridade. Isso se torna evidente quando
ele conclui sua resenha propondo a pergunta de Colin Gunton:

… se não pudermos mais… nos apropriar da linguagem do passado –
por exemplo, as afirmações do Credo Niceno – então, sobre que
fundamentos somos capazes de julgar se compartilhamos ou não a fé
dos Pais que formularam o Credo?

Mas a pergunta de Gundon (e indiretamente, do dr. Letham) desconsidera o ponto todo de nossa diferença. Nossa preocupação primária é nos assegurar que “compartilhamos ou não a fé dos Pais que formularam o Credo”? Penso que não! Nossa preocupação primária é “nos apropriar da linguagem do passado”? Penso que não! Não é nossa preocupação primária nos assegurar que nossa fé, em primeiro lugar, passa pela inspeção bíblica, empregando a fé e os credos da igreja antiga como auxílios e ajudas secundárias, à medida que buscamos aprender e enunciar a verdade dasEscrituras infalíveis? Certamente penso que sim, e creio que o dr. Letham pensa assim também. E a fé dos pais antigos, embora reverenciemos seus labores credais, não deve ser considerada como uma autoridade secundária ao ensino da própria Escritura? Certamente penso que sim, e novamente creio que o dr. Letham pensa assim também. Portanto, não penso que seja essencial para o comprometimento das igrejas Reformadas contemporâneas à “fé dos pais” como expressa nos antigos concílios ecumênicos, que elas devam aceitar os seus pronunciamentos credais sem críticas, e sem nenhuma qualificação. E certamente João Calvino não fez isso.
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
Extraído do site www.mpnergismo.com

Irmãos em Cristo Jesus.

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Mt 5:14 "Vós sois a luz do mundo"