quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Reivindicando o Poder que há em Cristo- David Wilkerson

Ao passar as Suas últimas horas com os discípulos, Jesus lhes diz: "Em verdade, em verdade vos digo, se pedirdes alguma cousa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome" (João 16:23). E então acrescenta: "Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa" (16:24).Que declaração incrível. A cena se desenvolve e Cristo avisa Seus seguidores de que está partindo, e que não os veria por um curto tempo.Ainda assim, no mesmo esforço de voz lhes assegura que tinham acesso à toda bênção dos céus. Tudo que teriam de fazer era pedir em Seu nome.Ora, a maioria dos comentadores bíblicos diz que tal promessa não se aplicava aos discípulos ainda. Sustentam que os discípulos não podiam pedir nada no nome de Cristo enquanto Ele não deixasse a terra, e fosse estar na presença do Pai.Mas as escrituras sugerem diferente. O exemplo mais claro é o do desconhecido que operou obras poderosas no nome de Jesus. Os discípulos tentaram parar esse homem porque ele não era do seu círculo. João comunica a Jesus: "Mestre, vimos um homem que, em teu nome, expelia demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não seguia conosco" (Marcos 9:38).Como Jesus respondeu a isso? "Jesus respondeu: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e, logo a seguir, possa falar mal de mim. Pois quem não é contra nós é por nós" (9:39-40). Cristo reconheceu o homem como sendo "comigo, do nosso lado".Tal pessoa não era do círculo íntimo de Jesus, contudo mesmo assim era capaz de realizar milagres em nome do Senhor. Ao fazê-lo, declarava que todo o poder estava no nome de Cristo. Que coisa impressionante. Esse homem não gozava de intimidade pessoal com Jesus, como os doze. E nem tinha as grandes revelações que os discípulos tinham. Ele provavelmente era apenas um dentre as multidões a quem Jesus ensinou do alto dos montes, ou junto ao mar.Mas tal homem obviamente era um apaixonado por Jesus. Por que? Porque se apropriou das promessas de Cristo, e agiu sobre elas. E milagres aconteceram. Ele também deveria ser um homem de oração e jejum. Afinal de contas, Jesus apontou que os demônios são expelidos só com oração e jejum.Nesse aspecto, esse homem desconhecido se põe em total contraste com os discípulos de Jesus. Os doze haviam aprendido pessoalmente com Jesus a bater (à porta), buscar, pedir as coisas de Deus. Aprenderam em primeira mão que todas as bênçãos do Pai - toda a graça, o poder e a força - são encontradas em Jesus. E tinham ouvido Jesus dizendo às multidões: "Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma cousa em meu nome, eu o farei" (João 14:12-14).Cá estava pelo menos um homem que seguiu as palavras de Jesus. Ele reivindicou a promessa de Jesus, e a sua fé foi honrada por Deus. Ele tinha a expectativa de o Senhor realizar milagres através dele, tudo em nome de Jesus Cristo. É por isso que Jesus agora diz a João e aos outros: "Até agora, vocês nada pediram em Meu nome. Então, peçam e receberão. E a sua alegria será completa" (v. 16:24). Ele estava dizendo: "Peçam já. Não fiquem esperando chegar uma outra hora. E não tentem esclarecer isso teologicamente. Entendam: o Meu nome tem poder sobre o diabo. E vocês têm esse poder, porque estão em Mim. Peçam, e o Pai o fará".
Em Face de Todo o Poder e de Todos os Recursos Que Temos em Cristo,
a Maioria dos Crentes Não Tem Pedido Quase Nada em Seu Nome
As palavras de Cristo aos discípulos me convencem: "Nada tendes pedido em meu nome" (João 16:24). Quando leio isso, ouço o Senhor cochichando: "David, você não tem reivindicado o poder que lhe deixei disponível. Você simplesmente precisa pedir em Meu nome".Cá está o que creio entristeça mais o coração de Deus do que todos os pecados da carne juntos. O nosso Senhor é afligido pela crescente falta de fé em Suas promessas...pelas dúvidas cada vez maiores quanto a se Ele responde as orações ou não...e por um povo que reivindica cada vez menos o poder que está em Cristo.O mundo jamais conheceu uma época mais necessitada. Contudo há menos petições do que nunca em nome de Jesus. Com o passar do tempo, os cristãos estão pedindo cada vez menos do Senhor. Estão com medo de darem um passo à frente, geralmente devido à incredulidade. Por isso pedem pouco ou nada em Seu nome.Devo fazer a minha própria confissão. Tal como os discípulos, eu oro, jejuo, desfruto de intimidade com Cristo. Amo devorar a palavra de Deus, e me agarrar a Ele em oração. Mas me pergunto: qual o significado dessas coisas, se não produzirem fé em meu sublime Senhor? Eu me maravilho diante da majestade, da glória e do poder de Deus. Mas será que ajo em cima disso? Tenho íntima comunhão com o Senhor. Mas será que o meu tempo com Ele me fortalece da autoridade divina, me deixa ávido por reivindicar todo o poder em Seu nome?É impressionante o quão fielmente a igreja se refere ao nome de Cristo. Nós o louvamos, o bendizemos, cantamos do "poder que opera maravilhas no bendito nome do Senhor". Tememos esse nome, nos glorificamos nele, gostamos de ouvi-lo citado. Mas não nos apropriamos do poder que está em Seu nome. Não o reivindicamos, nem agimos a partir dele.E por que não? Por que todo crente não impõe as mãos sobre os doentes e reivindica o poder curador que está no nome de Cristo? Por que não intercedemos em Seu nome pelo despertamento espiritual de nossos filhos, familiares, amigos? Por que Satanás recebe tão pouca oposição de nós?Será que alguma vez foi da vontade de Deus permitir que o inimigo destruísse nossos lares e casamentos?A Bíblia diz que nestes últimos tempos, o diabo cairá sobre a humanidade "cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta" (Apocalipse 12:12). A minha pergunta é: esse diabo furioso encontrará uma igreja passiva, manquitolando? Será que encontrará um povo fiel que exalta o nome de Cristo, mas que não resiste ao inimigo pelo poder que está nesse nome? Encontrará ele um povo de Deus que desistirá facilmente, dizendo: "Cheguei ao máximo que eu podia chegar. Agora sou obrigado a ficar assim até que o Senhor volte"?Não, nunca! Não temos de aceitar o que o diabo está dando. Não temos de ceder a seus ataques, ter medo dele, ou temer o futuro. Nas últimas semanas tenho fervido por dentro com ira santa contra Satanás e os seus poderes. A leitura das palavras de Jesus incendiaram a minha alma me fazendo levantar e dizer: "Chega, diabo. Vou contra você com todo o poder em nome de Jesus. Estou lhe avisando. Você pode convocar as hordas do inferno, porque vou resistir a cada um de seus ataques. E a palavra de Deus diz que você fugirá".Satanás pode tentar trazer um dilúvio de aflições para dentro da minha vida. Ele pode atacar a minha família e os meus queridos. Mas cada dilúvio demoníaco será enfrentado por uma liberação do poder de Cristo.O inimigo pode mandar demônio atrás de demônio. Mas cada um deles se chocará contra a inabalável parede que é o todo-poderoso nome de Jesus Cristo.
Temos de Remover Todos os Limites Que Colocamos em Deus
Isso é ilustrado de maneira muito vívida em Atos 3. No versículo 1, Pedro e João iam para o templo orar. Isso era seu hábito diário. E todos os dias, eles passavam por um homem que se assentava à porta do templo mendigando. O homem era coxo de nascença.Mas esse dia seria diferente de todos os outros. Desta vez, quando os apóstolos viram o mendigo, uma raiva santa caiu sobre eles. Eles viram que Satanás permanecia sem ser desafiado na vida daquele homem por muito tempo. Estava na hora de homens de Deus cheios do Espírito se apropriarem do poder em nome de Cristo."Pedro, fitando-o, juntamente com João, disse: Olha para nós...Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou" (Atos 3: 4,6). Pedro estava dizendo: "Possuímos algo muito melhor do que todo ouro e toda prata do mundo. O que nós temos é muito maior do que todos os médicos e remédios da terra. Estou falando do poder que está no nome de Jesus Cristo. Nós o temos, e o damos a você".E assim, Pedro diz: "Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda! E, tomando-o pela mão direita, o levantou...de um salto se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus" (3: 6-8).A multidão vendo isso ficou assombrada. Perguntaram aos apóstolos o que estava acontecendo. Pedro explicou: "Pela fé em o nome de Jesus, é que esse mesmo nome fortaleceu a este homem que agora vedes e reconheceis; sim, a fé que vem por meio de Jesus deu a este saúde perfeita na presença de todos vós" (3:16). Pedro estava basicamente dizendo: "Vocês conhecem esse homem há anos, e sabem que ele nasceu coxo. E agora querem saber como ele é capaz de pular e dançar. É por causa do nome de Jesus Cristo. É pelo poder no nome de Cristo que este homem foi curado, e por nenhum outro nome".Note a expressão que Pedro usa para descrever o novo estado do homem: "saúde perfeita". Não importa o quanto a nossa luta pareça terrível ou desesperadora. Deus nos forneceu "saúde perfeita" em meio à ela. E essa saúde perfeita - concedida através do nome de Jesus Cristo - vai repelir todo dardo do inimigo.Quando os oficiais do templo ouviram o que tinha acontecido, prenderam Pedro e João. E no dia seguinte, levaram os discípulos a julgamento. O sumo sacerdote exige que respondam "com que poder ou em nome de quem fizestes isto?" (4:7). Mais uma vez Pedro declara: "Tomai conhecimento, vós todos e todo o povo de Israel, de que, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós" (4:10).Eu lhe pergunto: como esses homens simples e humildes foram capazes de falar com tanta ousadia, com tanta confiança? Foi porque Pedro e João haviam removido todos os limites em Deus. Eles estavam dizendo em essência: "Não vamos limitar o Santo de Israel em nenhuma situação".Eles pronunciaram fé prevalecente em relação à vida do aleijado. E nunca poderiam ter feito isso a menos que verdadeiramente cressem nas palavras de Jesus: "Se pedirdes alguma cousa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome" (João 16:23). Os discípulos sabiam que quando Jesus disse "algumacousa" Ele estava tornando a promessa ilimitada. Cristo estava dizendo, "Todas as coisas que pedirem ao Pai em Meu nome, Ele lhes dará".Devemos seguir o exemplo de Pedro e de João. Nós também devemos crer que todas as coisas são possíveis. E devemos remover todos os limites que colocamos em Deus para operar em nossas vidas.
Reivindicar o Poder no Nome de CristoNão é Uma Verdade Teológica Complicada e Oculta
Em minha biblioteca há livros escritos unicamente sobre o assunto do nome de Jesus. Os autores os escreveram para ajudar os crentes a entender as profundas implicações ocultas no nome de Cristo. Porém a maioria destes livros é tão "profunda", que não alcança a mente dos leitores.Acredito que a verdade a ser conhecida sobre o nome de Jesus é tão simples, que uma criança poderia entendê-la. É simplesmente essa: quando fazemos nossas petições em nome de Jesus, devemos estar plenamente persuadidos de que é como se o próprio Jesus estivesse pedindo ao Pai. Como pode ser isso? pergunta-se. Explico.Sabemos que o Pai amou o Filho. Ele falou com Jesus e O ensinou durante Seu tempo na terra. E Deus não somente ouviu como também respondeu todo pedido que Seu Filho fez. Jesus testifica isso, dizendo, "Ele sempre me ouve". Encurtando, o Pai nunca negou pedido algum ao Filho.Hoje, todos os que crêem em Jesus estão revestidos de Sua filiação (ao Pai). E o Pai celestial nos recebe tão intimamente quanto recebe o Seu próprio Filho. Por que? É por causa de nossa união espiritual com Cristo. Através de Sua crucificação e ressurreição, Jesus nos tornou umcom o Pai. "A fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós...eu neles, e tu em mim" (João 17:21,23).Simplificando, agora somos uma família - um com o Pai, e um com o Filho. Fomos adotados, com os plenos direitos de herança que todo filho possui. Isso quer dizer que todo o poder e todos os recursos do céu se tornaram disponíveis a nós, através de Cristo.E, porque estamos revestidos da filiação de Cristo - herdeiros com Ele, co-participantes de Sua herança - sabemos que os nossos pedidos também são ouvidos pelo Pai. E Ele responde nossos pedidos, assim como respondeu aos do Filho.Que autoridade inacreditável nós recebemos na oração. Como, exatamente, usamos essa autoridade? Através do nome do próprio Cristo. Veja, quando pusemos a nossa fé em Jesus, Ele nos deu o Seu nome. O Seu sacrifício nos capacita a dizer: "Sou de Cristo, estou n'Ele, sou um com Ele".Então, surpreendentemente, Jesus recebeu o nosso nome. Como nosso sumo sacerdote, Ele o escreveu na palma da Sua mão. E então o nosso nome está registrado no céu, sob o Seu glorioso nome.Você pode ver porque a expressão "em nome de Jesus" não é apenas uma fórmula impessoal. Antes, é uma posição literal que temos com Jesus. E esta posição é reconhecida pelo Pai. Jesus nos diz: "Naquele dia, pedireis em meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós. Porque o próprio Pai vos ama, visto que me tendes amado e tendes crido que eu vim da parte de Deus" (João 6:26-27).Eis porque Jesus nos ordena a orar em Seu nome. Ele está dizendo: "Toda vez que você pede em Meu nome, o seu pedido tem a mesma força e efeito com o Pai quanto se Eu estivesse pedindo". Em outras palavras, é como se a nossa oração estivesse sendo pronunciada pelo próprio Jesus diante do trono de Deus. Igualmente, quando impomos as mãos sobre os enfermos e oramos, Deus nos vê como se Jesus estivesse impondo as mãos sobre esses doentes para levá-los à cura.É por isso também que devemos ir ousadamente ao trono da graça: para receber. Devemos orar confiantemente: "Pai, estou diante de Ti, escolhido em Cristo para ir e dar fruto. Agora faço amplamente a minha petição, para que a minha alegria possa ser completa".
Ouço Muitos Cristãos dizendo: "Eu Pedi em Nome de Jesus,Mas Minhas Orações Não Foram Respondidas"
Esses crentes declaram: "Tentei clamar o poder em nome de Jesus. Mas isso simplesmente não funcionou para mim". Há muitas razões pelas quais não recebemos respostas à nossas orações. Podemos ter permitido algum pecado em nossa vida, algo que contamina a nossa união com Cristo. Isso se torna um bloqueio que detém o fluxo de bênçãos da parte dEle. E Ele não responderá nossas orações enquanto não abandonarmos o pecado.Ou, talvez o bloqueio seja devido à mornidão, ou a um coração dividido em relação às coisas de Deus. Talvez estejamos sendo sufocados pela dúvida, que corta a nossa ligação com o poder em Cristo. Tiago previne: "Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma cousa" (Tiago 1:6,7).Recebi uma carta há pouco de uma viúva cuja filha adolescente está afundada em pecado. Essa mãe diz que a filha foi no passado uma crente fiel, mas agora está presa às drogas e morando com o namorado. Por que essa queda terrível? O pai da garota teve câncer, e ela orou "Deus, não deixe meu pai morrer". Quando o pai faleceu, a menina fugiu o mais longe que podia do Senhor. Ela disse à mãe: "Dei uma chance a Deus. Eu orei com fé, em nome de Jesus. Mas Ele deixou papai morrer".Uma vez sentei-me ao lado de uma senhora em um avião, e ela estava em lágrimas. Disse-lhe que era ministro, e perguntei se eu podia ajudar. Ela respondeu, "Acabei de enterrar o meu pai. Ele era um homem tão bom, a pessoa mais amorosa que já conheci. Orei pedindo que Deus o deixasse viver. Me diga, como que um Deus amoroso pode deixar que um homem bom como o meu pai morra? Não quero falar sobre Deus de jeito nenhum".O nosso ministério recebe dezenas de cartas contendo histórias iguais à essa. Vez após outra, lemos palavras nesse sentido: "Orei com fé, crendo em Deus. Mas Ele não me ouviu. Esperei e esperei, mas Ele nunca respondeu. Não dá pra dizer que a oração funciona. Como posso render minha vida a Deus se Ele não responde minha oração?".Talvez você se identifique com esses sentimentos. Você pode olhar para o passado numa situação quando orou com determinação e fidelidade - talvez pela cura de um ente querido, ou por um problema pessoal. Mas não veio resposta alguma. Você concluiu: "Deus não responde as orações. Se Ele chegou a ouvir a minha prece, eu não fiquei sabendo - porque Ele não fez o que pedi".Talvez você não esteja bravo com Deus. Mas perdeu a confiança. Alguma coisa faz com que você não submeta o seu coração inteiramente a Ele. E assim parou de orar. Você não goza mais da plenitude das Suas bênçãos.Tiago deixa claro: "O que tem dúvida não recebe nada de Deus". A palavra que Tiago usa para "o que duvida" significa não resolvido. A verdade é que quando essas pessoas fazem suas petições, elas põem Deus sob julgamento. No coração elas dizem: "Senhor, se me responder, vou Lhe servir. Lhe darei tudo se o Senhor responder pelo menos essa oração. Mas se não responder, vou viver minha própria vida".Mas Deus não será subornado. Ele conhece os nossos corações, e sabe quando não estamos resolvidos em nosso comprometimento com o Seu Filho. Ele reserva o poder que está em Cristo para aqueles que se submeteram a Jesus inteiramente.João 14 contém duas promessas grandiosas. Na primeira, Jesus declara: "Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma cousa em meu nome, eu o farei" (João 14:12-14). Jesus deixa a coisa simples no último versículo: "Peça qualquer coisa em Meu nome, e Eu o farei para você".Dois versos adiante, Jesus promete: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros" (14:16-18). Aqui Cristo está dizendo: "Vos darei o Espírito da Verdade. E o poder dEle habitará em vós".Essas promessas de Jesus são incríveis. Mas veja o versículo que está entre elas: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos" (14:15). Por essa declaração aparece aqui? Cristo está nos dizendo: "Há uma questão de obediência conectada à estas promessas". Resumindo, ambas as promessas têm a ver com a guarda e a obediência à palavra de Deus. Elas foram dadas para serem cumpridas, com nada nos impedindo de reivindicar o poder que está em Cristo.
Estou Convencido de Que Pedir Pouco ou Nada em Nome de JesusÉ Uma Reprimenda a Ele
Ano após ano, muitos cristãos buscam cada vez menos. No fim, se fixam na salvação de Cristo apenas. Não têm nenhuma expectativa senão a de chegar ao céu algum dia.Eu lhe pergunto: você chegou ao fim do seu Cristo? Você espera alguma coisa além de ser salvo pelo Seu poder e Sua graça? O seu Cristo acaba assim que Ele lhe fornece a capacidade para agüentar mais um dia? Ele acaba para você naquele momento de uma paz ou alegria ocasional, numa vida vivida na maior parte sob o assédio de Satanás?Todas estas passagens da palavra de Deus me convencem de que o "meu" Jesus não é maior do que os meus pedidos. E, tristemente, muitos crentes fazem Cristo parecer insignificante e sem poder devido à sua incredulidade. Amado, não quero que o meu Cristo seja limitado. Pelo contrário, desejo que todos os demônios do inferno saibam o quanto o meu Deus é grande pela grandeza dos meus pedidos. Eu quero mais daquilo que provém do meu Cristo. Quero que Ele seja maior do que nunca em minha vida.Eis a fé real: ela leva em conta todos os problemas e dores do povo de Deus por todo o mundo, toda situação de desespero, todas as viúvas, órfãos e idosos crentes que lutam pela sobrevivência. A fé coloca todas estas coisas tristes numa balança, e a observa descer. Mas aí a fé coloca Cristo no outro lado da balança. E se rejubila ao ver como Ele sobrepuja todos os pecados e aflições deste mundo.Deus jamais pretendeu deixar que o diabo conquistasse os nossos corações e lares. Antes, Ele pretende que façamos uma declaração alto e bom som. Devemos tomar a nossa posição em Cristo, e gritar: "Em nome de Jesus Cristo!". Está na hora de todo crente se levantar e declarar: "Chega de viver todo este tempo com medo. Em nome de Jesus Cristo não vou mais ter medo da morte, do homem ou do diabo. Quero que o mundo veja a insuperável magnificência do meu Cristo, pela grandeza dos meus pedidos. O meu Deus manda que eu peça abundantemente, e eu pedirei. Não há nada que seja difícil demais para Ele!".Eu insisto: apodere-se da palavra de Deus, e creia que Jesus fez estas promessas para você. Elas são as armas da sua guerra, armas que são poderosas através dEle. E se tornarão poderosas em suas mãos quando você se apropriar delas e as reivindicar.

Dorcas;or, Garment-making for the poor.- E. Dennett.

Acts 9: 36-43.

Christian Friend, vol. 8, 1881, p. 22.

Tabitha, or rather Dorcas, has obtained a most unlooked-for notoriety. Almost every church and chapel boast of their "Dorcas Societies;" and "Dorcas" meetings are becoming well known even to those believers who are in professed separation from human systems and organizations. The aim, both in the one and the other, is laudable; and, doubtless, even if the objects of such charity are often not well chosen, the sufferings of many are thus alleviated. Without the slightest intention, therefore, of discouraging such efforts, it may still be well to examine a little the history of Dorcas, and to enquire what instruction therefrom the Spirit of God intended us to apprehend.
It is to be remarked, in the first place, that her activity was not confined to clothing the naked. "This woman was full of good works and almsdeeds which she did." (v. 36.) This is a wonderful epitaph for a saint of God, and with this remarkable distinction from many such epitaphs written by men, that it was recorded by the unerring pen of the Holy Ghost. Her good works - were therefore good works — such as God had before prepared that she should walk in them (Eph. 2: 10), and such, on this account, as could only have been produced in the energy of the Spirit of God. It is profitable to remind ourselves of what is really good works; for while we have been taught the danger of restless activity and occupation with service, and have been led to admire, and to desire to possess, the good part which Mary chose (Luke 10: 42), we would also remember the words of St. Paul: "This is a faithful saying, and these things I will that thou affirm constantly, that they which have believed in God might be careful to maintain good works. These things are good and profitable unto men." (Titus 3: 8.) Philanthropic efforts of many kinds are often dignified with the title of "good works," and are thus calculated to deceive many a simple soul; but. good works, those that are such before God, can only flow from the power of the Holy Ghost, and therefore in accordance with His mind and will. They can thus be wrought only by believers, and only by believers as actuated by divine power, and in subjection to the word of God. "The coats and garments which Dorcas made" (v. 39) were of this class by an infallible verdict.
The "almsdeeds" of Dorcas are recorded as well as her good works; and from the usage of the word (see Matt. 6: 1, 2, 34; Luke 11: 41, 12: 33; Acts 3: 2, 3, 10; Acts 10: 2, 4) there is no reason to doubt that these consisted in the ministration of money or food to those that were in need. The apostle, writing to Timothy, says, "Charge them that are rich in this world, that they be not high-minded, nor trust in uncertain riches, but in the living God, who giveth us richly all things to enjoy; that they do good, that they be rich in good works, ready to distribute, willing to communicate" (there is no foundation whatever for the marginal rendering — "sociable"); "laying up in store for themselves a good foundation against the time to come, that they may lay hold on eternal" (rather, on that which is really) "life." (1 Tim. 6: 17-19.) Dorcas was thus in the spirit of this exhortation. She was rich in good works, and she was ready to distribute, willing to communicate of her substance; for she had learned "the grace of our Lord Jesus Christ, that though He was rich, yet for our sakes He became poor, that we through His poverty might be rich" (2 Cor. 8: 9); and by that same grace she had become His representative in the world. She was a giver, because God, who had brought her to Himself, was a Giver. Knowing therefore that she was not her own, and that whatever she possessed she held only as a steward for Him, to whom she belonged, she placed both herself and her substance at His disposal, and served with both according to His will.
The objects of her charity or ministry are distinctly specified. When Peter had arrived, and had been introduced into the chamber of death, we read that "all the widows stood by him weeping, and showing the coats and garments which Dorcas made while she was with them." It is noteworthy also that these widows are distinguished from the saints. (v. 41.) There may be a reason for this — not to imply that none of these were saints, but rather, as we judge, to show that she laboured for widows as a class, and perhaps, too, in the spirit of the apostolic exhortation, "As we have therefore opportunity, let us do good unto all, especially unto them who are of the household of faith." (Gal. 6: 10.) It may then be concluded that her charitable activities were not solely expended upon believing widows; but, as one who knew the heart and mind of God, she sought to minister to need wherever it might exist, while owning the special claims of the household of faith. Every reader of the Old Testament must have been struck with the constant expression of God's care for the widow and the fatherless (and the two classes must often be found in combination), and James gives a voice to this for us when he says, "Pure religion and undefiled before God and the Father is this, To visit the fatherless and widows in their affliction, and to keep himself unspotted from the world." (James 1: 27.) Paul likewise has given special instructions concerning these two classes. (1 Tim. 5.)
It is thus clear that Dorcas had the mind of God in the special work to which she was devoted. And indeed what service could be more blessed than to clothe the naked and feed the hungry? The Lord Himself, in the judgment of the living nations, when He shall sit on the throne of His glory, specifies these things services rendered to Himself in the person of His "brethren." He says, "I was an hungred, and ye gave me meat . . . naked, and ye clothed me." (Matt. 25: 35, 36.) This, as He explains, done unto one of the least of His brethren, was done to Himself. How unspeakable then the privilege to feed and clothe Christ in the person of one of His members. It is what He has done for us; for the apostle says, "For in this (our tabernacle-house) we groan, earnestly desiring to be clothed upon with our house which is from heaven: if so be that being clothed we shall not be found naked" (that is, without Christ). (2 Cor. 5: 2, 3.) To clothe the naked and to feed the hungry — and He Himself is our food (John 6) — is consequently to act in His own spirit — the existence of the need drawing forth the affections of Christ from the hearts of His people.
A distinct lesson or two for our own guidance may be profitably collected from the whole history, confining ourselves now to that which is specially mentioned — making the coats and the garments.
First, it should be observed that the work of Dorcas was individual. There is not the slightest trace of any association with others. Evidently it was the special service to which the Lord had called her, and to which she willingly yielded herself. Her example cannot, therefore, be cited for anything beyond her individual line of service. Nothing is more blessed in Christian activity than fellowship - fellowship in the Lord. But the great danger of a day like this is association - association with others to obtain an object through the energy of co-operation rather than in the power of the Spirit. Satan often succeeds in this way in arresting even what might have been at the outset the action of the Spirit of God. Thus the Lord has laid some special thought of service upon the heart of one of His people; and instead of going forth to its accomplishment in the power of Him who has called to it, the effort is often made to associate others with it, or even to form a society for the end in view, and immediately the service, even if outwardly prosperous, is on the road to failure. Moses may well be a warning to us on this head. He complained to the Lord that the burden of the people was too heavy for him. The Lord permitted him to have seventy associates; but He took of the Spirit that was on Moses, and put it on them. (Num. 11: 11-17.) Not only was there no gain of power by the association, but enormous loss by the importation henceforward of seventy judgments into every question that had to be decided. No; service is intensely individual; for every servant is individually responsible to the Lord, even in garment-making, and hence cannot afford to subordinate his convictions to those of another, or to seek to walk upon the level (be it higher or lower) of another's faith.
Secondly, this history affords distinct guidance for sisters as to the occupation of their leisure time in their homes, or at least for such as have the means to purchase materials, and capacity to use the needle or the sewing-machine. It is to be noted very especially, that if Dorcas spent any of her time in fancy-work (and we by no means contend that she had not liberty to do so), the results of her labour in such a direction are not mentioned. This will surely be significant to every spiritual mind. It is "the coats and the garments" only that find a place in the word of God — teaching, at least this much, that it is labours of this kind that command the Lord's approbation. This is plain from the fact that Dorcas was raised to life again. Her loss was so keenly felt by the disciples that they sent for Peter, "desiring that he would not delay to come to them." The apostle went, and was permitted to restore her to life; and "when he had called the saints and widows, presented her alive." (v. 41.) Thus the Lord interposed at the cry of His people, and comforted their hearts.
A last instruction may be added — one already obvious from what has been said — viz., that the work of Dorcas was for cases of need. There is some danger, if not watchful, of seeking to gratify ourselves in ministry of a Dorcas character; of expending our efforts upon selected cases, of choosing such as commend themselves to us in one way or another, so that it will often happen that the needs of some of the poor saints are abundantly met, while those of others are almost entirely overlooked. The antidote is to have Christ Himself before us as the object of our ministry, only remembering that, as it was not our merit, but our necessities, that drew forth His heart in service for us, so likewise the only incentive to our loving ministry to His own should be their needs. In other words, all our service must be drawn forth by the constraining love of Christ; for it is possible to bestow all our goods to feed the poor and yet to be without divine charity (1 Cor. 13), and hence without any promptings of the heart of Christ. Christ, therefore, must be the motive; Christ must be the object, and Christ must be expressed in all our service. E. D.

Irmãos em Cristo Jesus.

Irmãos em Cristo Jesus.
Mt 5:14 "Vós sois a luz do mundo"