sábado, 14 de fevereiro de 2009

Liberação e andar no Espírito- W Gschwind

Extraído do site http://www.creced.ch/index.html , Traduzido pelos irmãos da cidade de Alegrete
COMO POSSO SER LIBERTO DO PODER DO PECADO?
Os jovens crentes na fé experimentam com freqüência muito gozo em seu novo caminho, mas também tentações e dúvidas. Este texto tem por meta ajudar, por meio da Palavra de Deus, àqueles que começam o caminho para seguir a Cristo e encontram o seguinte problema: «Compreendi que meus pecados foram perdoados pelo nome de Jesus; mas como posso ser liberto agora do poder do pecado?»


Sou ainda pior que antes de minha conversão!


Imagina-se que um homem enterrado sob um desmoronamento Esteja morto. Sobre seu peito há toda classe de pedras, pequenas e grandes. Ele não se da conta disto; não lhe pesam, está morto. Mas se seu coração se pusesse a bater de novo e voltasse à vida, então veria e sentiria as pedras. Viria a ser um peso insuportável para ele.Sucede ao crente mais ou menos o mesmo. Antes de sua conversão você estava morto em seus "delitos e pecados" (Efésios 2:1). Então, de nenhum modo podia discernir o mal: você era "trevas" (5:8). Havia perdido toda sensibilidade moral, era alheio à vida de Deus (4:18-19).Agora já não é assim. Pela fé em Jesus, o Filho de Deus, tens a vida em você (João 5:24). Verdadeiramente se da conta de seu estado diante de Deus, estado no qual havia vivido até agora. E se pergunta espantado:


Como posso sair deste estado?

Pelo sangue de Jesus fostes lavado de teus pecados. Mas há sempre novos pecados. Você quer se libertar do desmoronamento do qual falamos antes, e não pode. Dá um passo a diante e imediatamente retrocede um passo. Desde que quis seguir a seu Salvador e ser semelhante a Ele, lhe parece que o pecado recobrou vida em você. Vê a lei do pecado em seus membros, e tem que fazer o que aborrece. Não me estranharia que exclame: "Miserável de mim! quem me livrará deste corpo de morte?" (Romanos 7:9, 15, 23, 24).


É impossível melhorar o "velho homem"


Sua luta sob o desmoronamento era necessária. Todos devemos aprender a reconhecer que nossa velha natureza, o "velho homem", está irremediavelmente corrompido. Temos que perder toda confiança em nossas próprias forças. Por natureza, todos viemos a ser "inúteis" (Romanos 3:12) como os detritos da lixeira: um cântaro quebrado, a ninguém pode ser útil; um guarda-chuvas rasgado, ninguém o quer reparar.Deus não espera absolutamente nenhum esforço por melhorar de nossa parte. É Ele quem, de maneira divinamente perfeita, nos tirou de nosso miserável estado.


Por Jesus Cristo, Deus nos livrou de nosso "velho homem"!

Cristo não foi à cruz só a causa de nossos pecados. Não sofreu somente pelo que fizemos, senão também pelo que somos. Se você vê à cruz pode dizer: «Na pessoa de meu Substituto, encontrei o fim de meu velho homem». Enquanto a isto você pode descansar plenamente nas claras afirmações da Palavra de Deus: "Nosso velho homem foi crucificado juntamente com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, a fim de que não sirvamos mais ao pecado". "Porque somos sepultados juntamente com Ele (Cristo) para morte pelo batismo" (Romanos 6:6, 4). Que liberação!Este ato divinamente grande não cobra valor somente quando você começa a senti-lo, senão desde o momento que crer que é também por você que o Senhor Jesus cumpriu sua obra de redenção na cruz. Isto lhe faz exclamar: "Graças dou a Deus, por Jesus Cristo Senhor nosso" (7:25).


Deus lhe deu uma nova natureza

Você é "nascido de novo". Isto é devido a sua obediência à Palavra de Deus e pela ação do Espírito Santo ou, segundo a expressão do Senhor Jesus, é nascido "da água e do Espírito" (Jo 3:5). Agora tem uma nova natureza. Cristo é sua vida, e ao mesmo tempo o modelo sobre o qual esta vida em você vai a se desenvolver.O Espírito tomou a direção de sua vidaAgora o Espírito de Deus habita em você. Tomou a direção de sua nova vida, da qual Jesus é o centro, o objeto e o alvo. O Espírito deseja dirigir-lhe de noite e de dia, em seu trabalho e em seu tempo livre, entre seus semelhantes e na solidão. Sua meta é despertar e aprofundar nossos afetos ao Pai e a seu Filho Jesus Cristo.


Um governo oposto

A Escritura chama nossa atenção sobre o fato de que temos a "carne" em nós. Esta palavra não se refere a uma parte de seu corpo, pelo contrário a um poder oposto que habita em nós. A lista aparece em Gálatas 5:19-21: fornicação, imundícia, orgias, zelos, e muitas outras coisas mais.Esta carne quer dominar sobre seu espírito, tomar sua alma e fazer de seu corpo um servo dócil. Se o conseguir, então tudo o que produzirá sua vida será pecado.O fato de que a "carne" esteja em você não deve pesar sobre sua consciência. Isto não é um pecado. Entretanto, esta carne corrompida não deve influenciar mais em absoluto em nós. E como impedir a ação nefasta dessa oposição? A única solução eficaz é seguir o conselho de Deus: "Andai no Espírito, e não satisfaçais os desejos da carne" (Gálatas 5:16).


O ANDAR NO ESPÍRITO
Qual é a natureza do Espírito Santo que habita em mim?

Não nos é difícil compreender que o Espírito Santo, pessoa divina que habita em nós, é perfeito. É o Espírito de Deus, e, por isso, possui todas as suas características: "É luz e não há nenhuma treva nEle " (1 Jo 1:5). "É amor" (4:8). É o "Espírito da vida" (Romanos 8:2), da verdade (Jo 15:26; 1 Jo 5:6, 8), "de sabedoria" (Efésios 1:17), "de poder, de amor e de domínio próprio" (2 Timoteo 1:7). O fruto que produz nossa vida corresponde igualmente a sua natureza: "amor, gozo, paz, paciência, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" (Gálatas 5:22).


A "carne", que estará em mim todo o tempo que viva na terra, é totalmente oposta ao "Espírito", e seu caráter não mudará jamais


O compreendemos facilmente. Já faz muito tempo suspiramos a causa da corrupção de nossa «velha natureza» e não nos estranhamos de que na Palavra, a "carne" seja totalmente condenada, como tampouco de que suas obras mencionadas ali sejam somente coisas negativas e condenáveis. São as que já temos enumerado antes: "adultério, fornicação, imundícia, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, pleitos, zelos, iras, contendas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedeiras, orgias, e coisas semelhantes a estas" (Gálatas 5:19-21).


Posso andar só "pelo Espírito" ou só "segundo a carne"


«É justamente o que não entendo», me dirá talvez. «Entre os domínios destes dos inimigos irreconciliáveis que buscam governar-me, não há uma zona neutra onde eu possa seguir minha vida em paz?» A resposta é simples: ou faço a vontade de Deus, boa, agradável e perfeita, ou faço minha própria vontade. Entre a obediência e a desobediência não há um meio termo.Como Saul, posso oferecer holocaustos e sacrifícios a Deus. Mas se não os faço como a Palavra de Deus me manda, esses sacrifícios são ante Deus um pecado de desobediência e de vontade própria (1 Samuel 13 y 15).Como Rúben, posso ficar "entre os redis, para ouvir os balidos dos rebanhos" (Juízes 5:16), pensando que não há mal nele. Entretanto, se sei que o inimigo está no país, e que ameaça a muitos com a morte, e até com a morte eterna, então minha inatividade vem a ser uma desobediência culpável.Posso também ir a enterrar a meu pai. Mas se os cuidados com minha família tomam a prioridade sobre Jesus em minha vida, então este exercício, mesmo que seja motivado por amor, não resulta do "Espírito" senão da carne" (Mateus 8:21-22).Não existe nenhuma zona neutra entre o âmbito onde "o Espírito" atua em minha vida e o lugar onde a "carne" se põe em evidencia. Se continuo na busca desta zona neutra, isto prova que não entreguei completamente minha vida ao Senhor.Você sabe como funciona um carro. Avança ou retrocede. Não pode fazer outro movimento. O apóstolo Paulo andava "pelo Espírito" em toda fidelidade. Por isto prosseguia "à meta, ao prêmio do supremo chamamento de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:14). Demais, pelo contrário, havia marchado um tempo com o apóstolo, logo se deteve e, pior ainda, retrocedeu, "amando este mundo (Filemom24; 2 Timoteo 4:10). Você pode imaginar quão rapidamente aumentava o afastamento de um a respeito do outro. Que tristeza!«Os que temos morrido pro pecado, como viveremos ainda nele?» (Romanos 6:2), pergunta o apóstolo. Só o Espírito Santo deve orientar as decisões de meu coração e dirigir minha marcha.

Como posso fazer diferença entre o que é "do Espírito" e o que é da “carne"? Não é sempre fácil!


O ovo da fêmea do cuco se parece ao do pássaro do ninho no que o pôs. Uma pessoa não esperta nos pode diferenciar facilmente. Do mesmo modo, com freqüência parece difícil ao que não anda desde há muito tempo no caminho da fé fazer diferencia entre o que é da "carne" e o que é do "Espírito", especialmente quando se trata de algo que se está gerando e que ainda não leva frutos visíveis.Inclusive se esse discernimento é em certa medida questão de experiência, não obstante é mais importante ter um coração não partido, dirigido a Cristo na glória, como Paulo (Filipenses 3), e um olho bom, como o cego de nascença que Jesus havia curado (Jo 9). Até um cristão avançado, se não mantém a vigilância, pode ser confundido por uma criança na fé que possui estas duas coisas. A Palavra de Deus diz:
"Porque, quanto ao SENHOR, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele; nisto procedeste loucamente; por isso, desde agora, haverá guerras contra ti" (2 Crônicas 16:9).
"34 São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas, se forem maus, o teu corpo ficará em trevas.35 Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas.36 Se, portanto, todo o teu corpo for luminoso, sem ter qualquer parte em trevas, será todo resplandecente como a candeia quando te ilumina em plena luz." (Lucas 11:34-36).
Deus deu a Abraão uma direção muito simples: "Anda diante de mim e sê perfeito" (Gênesis 17:1). Freqüentemente coisas simples como estas nos ajudam a ver claramente: «Isto me aproxima do Senhor Jesus, ou me afasta Dele? É-me útil tal coisa em seu serviço?»

Qual deve ser minha meta? Semeio "para o Espírito" ou "para a carne"? (Romanos 13:14; Gálatas 6:8).

Mais de um crente, e sobre tudo entre os jovens, tem freqüentemente a impressão de que têm realizado um grande esforço para vencer o desejo da carne e dizer «não» ao mundo e ao pecado.Mas a pergunta mais apropriada é: Semeio "para o Espírito" ou "para a carne"? Tanto o bem como o mal implicam uma preparação. E temos que ser vigilantes a respeito ao que preparamos. Podem semear más sementes em lugar de flores, por fertilizantes nas plantas más ao invés de fazê-lo às boas. Quais então vão crescer e se fortificar?A Palavra de Deus é a boa semente (Lucas 8:11). Propago-a ricamente em meu coração por meio de uma leitura constante, acompanhada por oração? Medito e vivo desta Palavra? (Salmo 119:148; Mateus 4:4) Deixo que a Palavra de Cristo more em abundancia em mim? (Colossenses 3:16) Sou um praticante da Palavra ou um ouvinte ? (Tiago 1:22-25).O mundo entra tão facilmente nas famílias dos filhos de Deus -mesmo naqueles que estão longe de lugares de prazeres carnais e de pecado- sob a forma de livros ou de escritos de toda classe. Muitas coisas que vem desta maneira são como um «fertilizante» para nossa carne, e a faz crescer e se desenvolver. Os desejos resultantes se mostram muito pronto fortes e exigentes. Quão difícil é vencer ao mundo quando se o ha deixado encher o coraçãoComo sucedeu a queda de Davi? Ao cair a tarde, estava recostado fora sem fazer nada! Joabe, todos os servos de Davi, assim como todo Israel, estavam no fogo da batalha contra o inimigo; mas o rei, recostado à sombra, não fazia nada! Necessitamos então estranhar-nos dos maus pensamentos que cativaram seu coração e o conduziram a um horrível pecado? (2 Samuel 11:1-17). Nenhum meio é mais propício para o desenvolver da "carne" que a ociosidade (Provérbios 6:10-11; 1 Timoteo 5:13). Por isso os crentes da ilha de Creta, expostos especialmente a esse perigo, deviam procurar "ocupar-se em boas obras" (Tito 1:12; 3:8). Escutemos, nós também, esta exortação, e sejamos zelosos em "boas obras, as quais Deus preparou de antemão" para cada um de nós (Efésios 2:10).1) Nota do E.: Ave que habita especialmente na Europa. Põe seus ovos nos ninhos de outros pássaros.

Autoridad y Poder - C.H Mackintosh

http://www.verdadespreciosas.com.ar/

Si hubo un momento en la historia de la iglesia profesante en que fue más necesario que nunca tener autoridad divina para la senda cristiana, y poder divino para andar en ella, ese momento es precisamente el presente.

Son tantas las opiniones antagónicas, las voces discordantes, las escuelas opuestas, las partes contenciosas, que, por todos lados, corremos peligro de perder nuestro equilibrio y de ser arrastrados quién sabe adónde. Vemos a los mejores de los hombres poniéndose en lados opuestos del mismo asunto; hombres que, hasta donde llega nuestra apreciación, parecen tener un ojo sencillo para la gloria de Cristo, y tomar la Palabra de Dios como su sola autoridad en todas las cosas.

¿Qué, pues, ha de hacer un alma sencilla? ¿Qué actitud ha de tomar uno frente a toda esta situación? ¿No habrá un puerto tranquilo y seguro donde poder anclar nuestra pequeña embarcación, lejos de las feroces olas del agitado y tempestuoso océano de las opiniones humanas? Sí, bendito sea Dios, lo hay. Y el lector puede experimentar en este mismo momento la profunda bendición de echar el ancla allí. Es el dulce privilegio del más simple hijo de Dios, del más sencillo niño de Cristo, tener autoridad divina para su senda y poder divino para avanzar por ella —autoridad para su posición, y poder para ocuparla— , autoridad para su servicio, y poder para llevarlo a cabo.

¿En qué consiste? ¿Dónde está? La autoridad se encuentra en la palabra divina; el poder, en la presencia divina. Así pues —bendito sea Dios—, todo hijo de Dios puede saber esto; es más, debiera saberlo, para la firmeza de su camino y el gozo de su corazón.

Al contemplar la condición actual de los cristianos profesantes en general, uno se ve sorprendido con este tan lamentable hecho, a saber, que tan pero tan pocos están preparados para encarar las Escrituras en todos los puntos y en todo asunto personal, doméstico, comercial y eclesiástico. Una vez que la cuestión de la salvación del alma ha sido resuelta —y ¡ay, cuán raramente está verdaderamente resuelta!— entonces, la gente en realidad se considera en libertad de desprenderse del sagrado dominio de las Escrituras, y de arrojarse sobre las perdidas aguas turbulentas de la opinión y la voluntad humanas, donde cada cual puede pensar, elegir y actuar por sí mismo.

Ahora bien, nada es más cierto que esto: que cuando se trata simplemente de una cuestión de opinión humana, de la voluntad del ser humano, o del juicio del hombre, no hay una sombra de autoridad, ni una partícula de poder. Ninguna opinión humana tiene alguna autoridad sobre la conciencia; ni tampoco puede comunicar ningún poder al alma. Puede aceptarse en la medida de su propio valor, pero no tiene autoridad ni poder para mí. Debo tener la Palabra de Dios y la presencia de Dios, de lo contrario, no puedo dar un solo paso. Si algo, no importa qué, viene a interponerse entre mi conciencia y la Palabra de Dios, no sé dónde estoy, no sé qué hacer ni hacia adonde dirigirme. Y si alguna cosa, no importa qué, viene a interponerse entre mi corazón y la presencia de Dios, quedo absolutamente desprovisto de poder. La Palabra de mi Señor es mi único directorio; Su morada en mí y conmigo, mi único poder. “Mira que te mando… tu Dios estará contigo.”

Pero puede que el lector se sienta dispuesto a preguntar: «¿Es realmente cierto que la Palabra de Dios contiene amplia guía para todos los detalles de la vida? ¿Me dice, por ejemplo, adónde debo ir el día del Señor; y qué he de hacer desde el lunes por la mañana hasta el sábado por la noche? ¿Me dirige en mi senda personal, en mis relaciones domésticas, en mi posición comercial, en mis asociaciones y opiniones religiosas?»

Muy ciertamente que sí. La Palabra de Dios nos prepara o equipa enteramente para toda buena obra (2.ª Timoteo 3:17), y ninguna obra para la cual ella no nos prepare, puede ser buena, sino mala. Por lo tanto, si usted no puede encontrar autoridad para el lugar adonde va el día del Señor —no importa dónde sea— debe, inmediatamente, dejar de ir. Y si no puede encontrar autoridad para lo que hace el lunes, usted debe, inmediatamente, dejar de hacerlo. “Ciertamente el obedecer es mejor que los sacrificios, y el prestar atención que la grosura de los carneros” (1.º Samuel 15:22). Confrontemos honestamente la Escritura. Inclinémonos bajo su santa autoridad en todas las cosas. Sometámonos humilde y reverentemente a su dirección celestial. Renunciemos a todo hábito, a toda práctica, a toda asociación —de la naturaleza que fuere, o aprobada por quien fuere— para los cuales no tenemos la autoridad directa de la Palabra de Dios, y en las cuales no podemos gozar del sentido de Su presencia, de la vida de Su apreciativo talante.

Éste es un punto de la más seria importancia. Sería de hecho imposible que el lenguaje humano expresase con la debida fuerza o en los términos adecuados, la inmensa importancia de la absoluta y completa sumisión a la autoridad de la Escritura en todas las cosas —sí, y lo decimos con énfasis— en todas las cosas.

Una de nuestras mayores dificultades prácticas al tratar con las almas, surge del hecho de que ellas no parecen tener ninguna idea de someterse en todas las cosas a la Escritura. No quieren confrontarse con la Palabra de Dios, ni consentir en ser enseñados exclusivamente por sus sagradas páginas. Credos y confesiones; formulaciones religiosas; mandamientos, doctrinas y tradiciones de los hombres: estas cosas sí serán oídas y se someterán a ellas. A nuestra propia voluntad, a nuestro propio juicio, a nuestras propias opiniones de las cosas, les serán permitidos amplio lugar. La conveniencia, la posición, la reputación, la influencia personal; el utilitarismo; la opinión de los amigos; los pensamientos y el ejemplo de buenos y grandes hombres; el miedo de lastimar o de causar ofensa a aquellos a quienes amamos y estimamos y con quienes pudimos haber estado asociados por largo tiempo en nuestra vida y servicio religiosos; el temor de que piensen que seamos presuntuosos; querer evitar a toda costa la apariencia de juzgar o de condenar a muchos a cuyos pies nos sentaríamos de buena voluntad: todas estas cosas actúan y ejercen una muy perniciosa influencia en el alma, e impiden la plena entrega de nosotros mismos a la suprema autoridad de la Palabra de Dios.

¡Quiera el Señor en su gracia avivar nuestros corazones en relación con este solemne tema! ¡Quiera Él conducirnos, por su Santo Espíritu, a ver el verdadero lugar, valor y poder de su Palabra! ¡Que esa Palabra se establezca en nuestras almas como la única regla plenamente suficiente, de modo que todo —no importa qué— lo que no se halle basado en su autoridad, sea absolutamente rechazado sin la menor vacilación! Entonces podemos esperar hacer progresos. Entonces nuestra senda será como “la senda de los justos, como la luz de la aurora, que va en aumento hasta que el día es perfecto” (Proverbios 4:18). ¡Nunca estemos satisfechos, en relación con todos nuestros hábitos, con todos nuestros caminos, con todas nuestras asociaciones, con nuestra posición religiosa y con nuestros servicio, con todo lo que hacemos y con todo lo que no hacemos; con el lugar adonde vamos y adonde no vamos, hasta que podamos verdaderamente decir que tenemos la aprobación de la Palabra de Dios y la luz de Su presencia! Aquí, y solamente aquí, yace el profundo y precioso secreto de LA AUTORIDAD Y EL PODER.

C. H. M.

Irmãos em Cristo Jesus.

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Mt 5:14 "Vós sois a luz do mundo"