domingo, 12 de abril de 2009

Saiamos a Ele fora do Arraial- C.H. Mackintosh

Extraído do Livro " Estudo sobre o livro de levítico, Ed DLC"
Consideremos agora o que era feito da "carne" ou "corpo" do sacrifício, no qual, como já foi acentuado, encontramos o verdadeiro fundamento de discipulado. "Todo aquele novilho, levará fora do arraial, a um lugar limpo, onde se lança a cinza, e o queimará com fogo" (Lv 4:12). Este ato deve ser encarado sob um duplo aspecto: primeiro, como expressão do lugar que o Senhor Jesus tomou por nós, levando o pecado; depois, como expressão do lugar para onde foi lançado por um mundo que O havia rejeitado.
E para este último ponto que pretendo chamar a atenção do leitor.
O uso que o apóstolo faz em Hebreus 13:13 do fato de Cristo haver padecido "fora da porta" é profundamente prático. "Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o seu vitupério". Se os sofrimentos de Cristo nos têm assegurado uma entrada no céu, o lugar onde Ele sofreu representa a nossa rejeição pela terra. A sua morte tem-nos proporcionado uma cidade nas alturas; o lugar onde Ele morreu priva-nos de uma cidade aqui ('). Ele "padeceu fora da porta", e, fazendo-o, pôs de lado Jerusalém como centro das operações divi­nas. Não existe aquilo que poderíamos chamar um lugar consagra­do na Terra. Cristo tomou o Seu lugar, como o Sofredor, fora dos limites da religião deste mundo — da sua política e tudo que lhe pertence. O mundo aborreceu-O e lançou-O fora. Portanto, a Escritura diz "Saiamos". Este é o lema quanto a tudo que os homens levantem como "arraial" não obstante o que esse arraial possa ser. Se os homens levantarem uma "cidade santa" devemos procurar um Cristo rejeitado" fora da porta". Se os homens levantarem um arraial religioso, qualquer que seja o nome que se lhe queira dar, "saiamos" dele a fim de encontrarmos o Cristo rejeitado. Não é que a cega superstição não possa escavar as ruínas de Jerusalém para nelas encontrar as relíquias de Cristo. Certamente que o fará e já o tem feito. Fingirá ter encontrado e honrado o sítio da Sua cruz e do Seu sepulcro. A cobiça da natureza, aproveitando-se da superstição da natureza, também tem levado a efeito durante séculos um tráfego lucrativo, com o astuto pretexto de prestar honra aos chamados lugares sagrados da antigüi­dade. Porém um simples raio de luz da lâmpada da Revelação celestial é suficiente para nos autorizar a dizer que é preciso sair de todas estas coisas a fim de encontrar e gozar comunhão com um Cristo rejeitado.

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(1) A Epístola aos Efésios apresenta um aspecto muito elevado da Igreja nas alturas, não meramente como uma prerrogativa, mas também quanto ao método. O direito é certamente o sangue; mas o método é assim estabelecido: " Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo" (Ef 2:4-6).

Todavia, o leitor precisa recordar que o convite impressionante de "sair" implica muito mais do que o alijamento dos absurdos crassos de uma superstição ignorante ou as intenções de uma astuta cobiça. Há muitos que podem falar poderosa e eloqüentemente em desabono destas coisas, e que estão muito longe, na verdade, de obedecer à notificação apostólica. Quando os homens levantam um"arraial" e se reúnem em redor de um pendão embelezado com qualquer dogma importante de verdade ou alguma instituição valiosa — quando podem recorrer a um credo ortodoxo, a um plano de doutrina avançado e iluminado ou a um esplêndido ritual capaz de satisfazer as mais ardentes aspirações da natureza devocional do homem — quando alguma ou todas estas coisas existem é necessária muita inteligência espiritual para se discernir a força real e própria aplicação da palavra " Saiamos" e muita energia espiritual e decisão para se atuar de confor­midade com ela.
Contudo, deve atuar-se de conformidade com ela, porque é absolutamente certo que a atmosfera de um arraial, se ja qual for o seu fundamento ou padrão, é destrutivo da comunhão pessoal com Cristo rejeitado; e nenhuma vantagem da chamada religião poderá jamais substituir a perda dessa comunhão. É propensão dos nossos corações caírem em formas fixadas. Este tem sido sempre o caso com a igreja professa.
Estas formas podem ter sido produzidas por verdadeiro poder. Podem ter resultado de graça positiva do Espírito de Deus. Há a tentação de fixar formas logo que o espírito e poder deixam de existir. Isto é, em princípio, estabelecer um arraial.
O sistema judeu podia vangloriar-se da sua origem divina. Um judeu podia apontar vitoriosamente para o templo, com o seu sistema esplêndido de culto, o seu sacerdócio, os seus sacrifícios, todo o seu equipamento, e mostrar que tudo havia sido dado pelo
Deus de Israel. Podia citar o capítulo e o verso, como nós diríamos, de tudo que se relacionava com o sistema com que ele estava ligado. Onde está o sistema, antigo, medieval ou moderno, que possa apresentar tão elevadas e poderosas pretensões ou descer até ao coração com tal peso de autoridade? E contudo a ordem era "SAIAMOS".
Este assunto é profundamente solene, e diz-nos respeito a todos, porque somos todos propensos e esquivarmo-nos da comunhão com Cristo para cairmos na rotina morta. Daí o poder prático das palavras, "saiamos", pois a ele.
Não é SAIR de um sistema para outro — de uma ordem de opiniões para outra ou de um grupo de pessoas para outro. Não! Mas sair de tudo que merece a designação de um arraial para Aquele que "padeceu fora do arraial".
O Senhor Jesus está tão fora da porta agora como quando padeceu ali há dezoito séculos. O que foi que o pôs fora da portai "O mundo religioso" desse tempo: e o mundo religioso desse tempo é, em espírito e princípio, o mundo religioso deste tempo. O mundo é ainda o mundo. "Não há nada novo debaixo do sol". Cristo e o mundo não são um. O mundo cobriu-se com a capa do cristianismo; porém fê-lo para que o seu ódio contra Cristo possa desenvolver-se em formas implacáveis. Não nos enganemos. Se andarmos com um Cristo rejeitado, teremos de ser um povo rejeitado. Se o nosso Mestre" padeceu fora do arraial", nós não podemos esperar reinar dentro do arraial. Se andarmos nas Suas pisadas, aonde nos condu­zirão elas? Não, seguramente, às altas posições deste mundo sem Deus e sem Cristo.
Ele é um Cristo desprezado, um Cristo rejeitado, um Cristo fora do arraial. Oh, saiamos, pois, a Ele, levando o Seu vitupério. Não nos deixemos envolver com a luz do favor deste mundo, visto que crucificou e ainda aborrece com ódio implacável o Ente amado a quem devemos tudo quanto possuímos no presente e na eternidade, e que nos ama com um amor que as muitas águas não poderiam apagar. Não aceitemos, quer direta quer indiretamente, aquilo que se cobre com o Seu nome sagrado, mas que, na realidade, odeia os
Seus caminhos, odeia a Sua verdade e odeia a simples menção do Seu advento. Sejamos fiéis ao nosso Senhor ausente. Vivamos para Aquele que morreu por nós.
Enquanto as nossas consciências repousam sobre o Seu sangue, que os afetos dos nossos corações se enlacem em redor da Sua pessoa; de sorte que a nossa separação "deste presente século mau" não seja meramente um coro de princípios frios, mas uma separação afetu­osa porque o objeto das nossas afeições não se encontra aqui. Que o Senhor nos liberte da influência desse egoísmo consagrado e prudente, tão comum no tempo presente, que não pode estar sem religião, mas que é inimigo da cruz de Cristo. O que nós necessita­mos, para podermos resistir com êxito a essa forma terrível de mal, não são formas de ver peculiares, ou princípios especiais ou teorias singulares ou uma fria exatidão intelectual. Necessitamos de uma profunda devoção pela pessoa do Filho de Deus; uma inteira con­sagração de nós próprios, de alma, corpo e espírito ao Seu serviço; e de um ardente desejo do Seu glorioso advento. Estas são, prezado leitor, as necessidades especiais dos tempos em que vivemos. Não quererá, portanto, unir-se, do profundo do seu coração, ao grito: Oh Senhor, vivifica a tua obra! Completa o número dos teus eleitos! Apressa o teu reino, "Vem, Senhor Jesus"!

Somos salvos pela Graça!.... Mas, o que é graça? - Levi Cândido

“Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; e fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas, e me inclinei para dar-lhes de comer.” (Os 11:4)

A graça divina é pedra de tropeço àqueles que se consideram dignos de aprovação diante de Deus por seus próprios méritos, mas é preciosidade para os indignos, para os combalidos, para os desgraçados, para os maltrapilhos da vida. “A graça é uma provisão para homens que se acham tão decaídos que não podem erguer o machado da justiça, tão corruptos que não podem mudar a sua própria natureza, tão contrário a Deus que não podem voltar-se para Ele, tão cegos que não podem vê-lo, tão surdos que não podem ouvi-lo, tão mortos que Ele mesmo precisa abrir os seus túmulos e levantá-los para a ressurreição.”1 A graça é uma ofensa ao mérito. Ela é a manifestação da suficiência de Deus para a nossa completa deficiência. “Deus amou-nos quando não havia nada de bom para ser visto em nós, e nada de bom para ser dito por nós.”2 “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Rm 5:8) A graça é o amor em ação; é o amor tomando a iniciativa. “Quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.” Deus agindo favoravelmente através de Cristo Jesus para nossa completa salvação; passada, presente e futura, é declaração majestosa do evangelho da graça plena. As Escrituras Sagradas é categórica neste sentido. “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),” (Ef 2:4-5) “Mas Deus”. Esta expressão contém em si mesma a definição da graça. Não é Adão em busca de Deus, Mas Deus em busca de Adão: “E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?” (Gn 3:9) “A diferença entre o cristianismo e todos os outros sistemas religiosos consiste principalmente nisto: Em todas as religiões vê-se o homem procurando a Deus, enquanto no cristianismo temos Deus procurando o homem.”3 Não haveria possibilidade de alguém buscar a Deus se antes não fosse buscado por Ele. Não haveria possibilidade de alguém amar a Deus, se antes não fosse amado por Ele. Deus é a causa primária de nosso amor e interesse Nele. “Nós o amamos porque ele nos amou primeiro.” (IJo 4:19) Se houvesse a possibilidade de alguém buscar a Deus para ser salvo, a morte de Cristo Jesus seria desnecessária. “Nenhum pecador jamais foi salvo por ter dado o coração a Jesus. Não somos salvos por termos dado, mas sim pelo que Deus deu.”4 O evangelho das boas novas anuncia: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3;16) A ênfase neste verso está no amor de Deus e na sua dádiva com o determinado objetivo de buscar e salvar o perdido. Não é a ação por parte do homem em crer que deve ser louvada, mas o amor imensurável por parte de Deus abrindo a possibilidade da salvação do perdido pecador. “Como quando um príncipe estende a mão a um mendigo: não se elogia a nulidade do mendigo, mas a misericórdia e a bondade do príncipe.”5 Mas como era impossível achegar-nos a Deus pelas obras de justiça ou por qualquer outro meio, Deus enviou o Seu Filho unigênito, movido por seu inefável amor e misericordiosa graça a fim de que por Ele tivéssemos acesso à Sua presença. “Nada que não seja gratuito é seguro para os pecadores...A não ser que sejamos salvos somente pela graça, não podemos absolutamente ser salvos.”6 “Mas quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens, Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador; Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna.” (Tt 3:4-7) C.S.Lewis pesou a sua pena sem pena quando escreveu: “Agnósticos amáveis falarão alegremente de como o homem procura a Deus. Para mim, eles podem também falar sobre como o rato procura o gato...Deus encostou-me na parede.” Mas graça é assim mesmo; é Deus agindo favoravelmente para com aqueles onde há absoluto demérito. Estou na fila da graça. A Sua palavra sustenta que fui aceito incondicionalmente por Deus em Cristo Jesus, dependendo tão somente de Seus atributos, Seus méritos e Sua obra redentora e eficaz em meu favor, assegurando-me plena e poderosa salvação; passada, presente e futura. “Não sou perfeito em entender o que Deus quis, o que Deus planejou; só sei que à sua direita está alguém que é meu Salvador.”7 “Ora, o essencial das cousas que temos dito, é que possuímos tal sumo sacerdote, que assentou-se à destra do trono da Majestade nos céus,.. Ele que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas,” (Hb 8:1; 1:3) A parábola do filho pródigo em Lucas 15 ilustra com precisão o caráter gracioso do Aba. Podemos dizer que o que está em destaque neste episódio e merece solene consideração de nossa parte, não é a fuga do filho mais novo em busca dos prazeres da vida, tampouco o sentimento de ciumaria do filho mais velho com seu legalismo tacanho, mas sim, o caráter gracioso do pai pródigo de amor para com o seu maltrapilho. “E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.” (v.20) Meus irmãos e irmãs, percebam isto: O filho mais novo saiu de casa, desperdiçou todo seu dinheiro na futilidade da vida, porém, quando seu dinheiro esvaiu-se, os “amigos da conveniência” o abandonaram. “Amigo é alguém que se achega quando todo mundo se afasta.”8 Agora persuadido pela fome chegou-se à resolução: “...Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti..;” (v.17-18) Notem; não foi o seu amor ao pai e/ou à sua família que o motivou a esta resolução; mas o seu estômago vazio. Nas palavras de Brennan Manning, “O estômago do maltrapilho não estava doendo de remorso porque havia partido o coração do pai. Ele cambaleou para casa simplesmente para sobreviver. Sua permanência numa terra distante o havia deixado falido. Os dias de vinho e rosas murcharam. Sua declaração de independência havia ceifado uma colheita inesperada: não liberdade, alegria e uma vida nova, mas cativeiro, tristeza e um embate com a morte. Os amigos-da-onça haviam transferido suas lealdades quando o seu cofrinho se esvaziou. Desencantado com a vida, o gastador traçou o caminho de volta para casa, não ardendo de desejo de ver seu pai, mas de apenas permanecer vivo.” Porém o que causa grande admiração neste fato, foi a atitude amorosa de seu pai. Na narrativa de Jesus está escrito: “E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.” (v.20) O pai não deu uma lição de moral ao filho:”Porque você fez isso?”, ou; “Nunca mais faça isto!”, etc. Não! A atitude do pai foi o acolhimento amoroso e incondicional para com seu filho. Porque “O amor busca somente uma coisa: o bem eterno do ser amado.”2 “De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei, por isso com benignidade te atraí.” (Jr 31:3) Esta profecia teve seu cumprimento graciosamente através de Cristo Jesus crucificado. Fomos colocados nele como ato da graça de Deus conforme o relato João 12:32. “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo.” Atraídos em Cristo crucificado, fomos participantes da sua morte a fim de sermos regenerados pela sua ressurreição. A palavra de Deus nos revela: “Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos; Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,” (II Tm 2:11; Rm 6:6; I Pe 1:3) Graça! Soberana graça!
“ Phillip Yancey foi preciso em sua consideração: “Graça, diz ele, significa que não há nada que possamos fazer para Deus nos amar mais. E graça significa que não há nada que possamos fazer para Deus nos amar menos. A graça significa que Deus já nos ama tanto quanto é possível um Deus infinito nos amar.” Outro fato que nos revela este amor indizível de Deus encontra-se na narrativa do apóstolo João capítulo 8, relacionado à mulher que fora apanhada em flagrante adultério. Os seus acusadores – os religiosos legalistas, diga-se de passagem -, a levou até Jesus, procurando algo para terem de que o acusar. Diante dos acusadores com suas acusações de um lado, e da pobre réu do outro, foi manifestada a maravilhosa graça. “...Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire pedra.” (v.7) Jesus não estava apoiando aquela mulher em suas práticas pecaminosas (v.11), mas demonstrando a sua compaixão e graça à indigna pecadora. “Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça;” (Rm 5:20) A graça acolhe os indignos não para deixá-los como estão; mas para libertá-los de sua deplorável condição. “A graça não encontra homens aptos para a salvação, mas torna-os apto para recebê-la.”9 “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” (Ef 2:8-10)
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1. G.S.BISHOP ; 2. Alguém ; 3. Thomas Arnold ; 4. A.W.Pink ; 5. Lutero ; 6. Charles Hodge ; 7. Dorothy Greenwell ;
8. Anônimo ; 9. Agostinho
Levi Cândido

Irmãos em Cristo Jesus.

Irmãos em Cristo Jesus.
Mt 5:14 "Vós sois a luz do mundo"