domingo, 12 de abril de 2009

A Igreja de Deus nos dias de Hoje - Ed Verdades Vivas

Extraído do site www.verdadesvivas.com.br
Sem dúvida alguma, os cristãos de hoje estão confundidos acerca da Igreja. Existem centenas de denominações em todo o mundo, e todas presumindo ser a igreja verdadeira. O popular slogan “vá à igreja que mais lhe agrade” aceita esta condição e supõe que a Palavra de Deus seja falha em dar-nos uma preparação adequada para estes tempos, e guiar-nos em meio à confusão que reina na cristandade.
Mas, será que o Senhor Jesus queria deixar os Seus seguidores sinceros em um tal estado de confusão? Vamos diretamente às Escrituras, para mostrar o que Deus nos diz a respeito de Sua Igreja nos dias de hoje.
A primeira epístola a Timóteo apresenta a “Casa de Deus” (1 Tm 3.15) de acordo com o pensamento de Deus. A segunda epístola apresenta “a Casa” quando esta foi arruinada pelo fracasso do homem e, em sua ruína, ficou semelhante a uma “grande casa”, na qual “não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra” (2 Tm 2.20). O crente que uma vez tenha visto a verdade da Igreja ou assembléia como a Casa de Deus, tal como ensinam as Escrituras, talvez não encontre nada ao seu redor que corresponda ou se ajuste a esta verdade, O que principalmente podemos ver na cristandade é uma “grande casa”, na qual há vasos, uns para honra e outros para desonra. Será que a Palavra de Deus dá instruções para o Seu povo em condições como estas? Sim, ela mesma nos dá a resposta.

Se desejamos andar neste mundo de acordo com o propósito de Deus, devemos aprender que, por maior que seja nossa inteligência natural, por mais que nossa mente tenha sido instruída, por maior que seja nosso conhecimento das Escrituras, e por mais sinceros que sejam nossos desejos, se confiarmos em nossa inteligência não poderemos achar a senda de Deus para o Seu povo, em meio à confusão reinante na cristandade. Não somos capazes de encontrar o caminho por nós mesmos, em meio às crescentes dificuldades, face à contínua oposição à verdade; ou de nos desembaraçarmos das várias questões e dificuldades que continuamente surgem.

Após reconhecermos claramente nossa total incompetência, poderemos aprender que não nos é dado achar nosso caminho como melhor possamos fazê-lo, e que Deus nunca esperou de nós que tivéssemos alguma sabedoria ou capacidade em nós mesmos, para andar de acordo com os Seus pensamentos. Bem pôde o Senhor dizer: “Sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15.5).
Deus tem feito provisão para que conheçamos a Sua vontade.
Há três coisas que devemos recordar:
1. Temos uma Cabeça no céu: Cristo na glória é a Cabeça de Seu Corpo, a Igreja; e toda a sabedoria está na Cabeça. Nós não temos nenhuma sabedoria em nós mesmos. E de extrema importância deixarmos nossas próprias “cabeças” e olharmos para Cristo como “a Cabeça” que nos guia. Se confiarmos em nossas próprias “cabeças “, não estaremos, na prática, “ligados à Cabeça” (Cl 2.19).
2. O Espírito Santo, uma Pessoa divina, está na Terra. O Senhor sabia que Seu povo não seria capaz de manter-se, por si mesmo, em um mundo do qual Ele estaria ausente. Antes de partir, Ele disse: “E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade... Esse vos ensinará todas as coisas” (Jo 14.16,17,26). A defesa e a manutenção desta verdade não depende dos crentes, mas da presença contínua do Espírito de verdade.
3. Temos a Santa Escritura que, “divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2 Tm 3.16,17), e que nos mostra “como convém andar na Casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade” (1 Tm 3.15). Mas numa época em que a Casa de Deus foi convertida em uma ruína, e quando já não temos mais a realidade da verdade, o homem de Deus tem todavia a infalível autoridade das Escrituras, por meio das quais pode verificar todas as coisas.

Contudo, em hipótese alguma a ruína do cristianismo, qualquer que seja o seu grau, poderá alterar a Cristo, ao Espírito Santo, ou as Escrituras. Cristo continua sendo a Cabeça no céu, com toda a sabedoria necessária para o Seu povo, tanto para estes últimos tempos, como o foi nos primeiros dias da cristandade, O Espírito Santo habita entre os que crêem com inalterável poder para guiar e reger. As Sagradas Escrituras permanecem com sua autoridade suprema e inalterável.

Não obstante, a cristandade, como um todo, tem posto de lado a Cristo, ao Espírito Santo e as Escrituras. Os grandes sistemas religiosos dos homens têm retido o nome de Cristo, enquanto têm abolido a Cristo como Cabeça no céu, nomeando-se cabeças terrenas. Roma tem seu Papa; a igreja grega, seu Patriarca; as igrejas protestantes, seus reis, arcebispos, presidentes ou moderadores. Por conseguinte, nesses grandes sistemas, pouco ou nenhum lugar é deixado ao Espírito. A máquina religiosa e os artifícios carnais do homem têm excluído o Espírito. E finalmente, os homens têm lançado o mais implacável ataque contra as Escrituras, manipulando-as ao seu bel-prazer, até ao ponto de não restar quase nenhuma seita na cristandade que mantenha um certo grau de reconhecimento de que TODA a Escritura é “divinamente inspirada” (2 Tm 3.16).

O que devemos fazer? As Escrituras nos respondem definitivamente o que nós devemos manter e como devemos atuar sobre dois grandes princípios:
1. Separação de tudo o que é contrário à verdade de Deus — Tudo quanto seja uma negação da verdade da Igreja; tudo quanto negue a Cristo como sendo a única Cabeça de Sua Igreja; tudo quanto negue ao Espírito Santo como sendo nosso todo suficiente guia, e tudo quanto negue as Escrituras como sendo nossa absoluta autoridade, a qual permanece imutável.
2. Associação com tudo quanto está de acordo com Deus — Depois de termos nos apartado do mal, as Escrituras insistem neste outro ponto igualmente importante. Em poucas palavras, “cessai de fazer o mal, aprendei a fazer o bem” (Is 1.16,17).

O que nos dizem as Escrituras quanto à separação do mal? Todos devemos admitir que a separação deste mundo ímpio foi sempre necessária para o povo de Deus em todos os tempos; todavia neste tempo em que a cristandade encontra-se corrompida, temos instruções especiais para uma separação em três aspectos:
1. Separação de todo sistema religioso, que é uma negação da verdade de Cristo e da Igreja. “Saiamos, pois, a Ele fora do arraial, levando o Seu vitupério” (Hb 13.13). O arraial (ou acampamento) era o sistema judaico estabelecido originalmente por Deus. Era composto de um povo em um relacionamento exterior com Deus, com uma ordem terrena de sacerdotes. É evidente que os sistemas religiosos da cristandade foram formados sob o modelo do arraial ou acampamento. Geralmente são compostos de uma mistura de convertidos e inconversos. Tais sistemas são, definitivamente, de um apelo ao homem natural, pois têm seus santuários terrenos, seu ritual e sua ordenação humana de sacerdotes ou líderes que se colocam entre o povo e Deus. E assim, imitando o arraial ou acampamento, os cristãos puseram de lado a Cristo como a Cabeça, ao Espírito Santo como guia, e a~ Escrituras como autoridade. Se quisermos dar a Cristo o Seu verdadeiro lugar, devemos, em obediência à Palavra de Deus, sair “a Ele, fora do arraial, levando o Seu vitupério” (Hb 13.13).
2. As Escrituras também nos ensinam, de uma maneira muito clara, separação da má doutrina. “Qualquer que profere o nome de Cristo aparte-Se da iniqüidade” (2 Tm 2.19). Todo aquele que confessa o nome do Senhor, por sua profissão de fé. identifica-se com o Senhor, e é responsável de apartar-se da iniqüidade. Está bem claro que esta passagem está se referindo à “iniqüidade” como sendo más doutrinas. Não devemos associar a iniqüidade com o nome de Cristo. Pode ser que seja muito custoso agora nos separarmos da iniqüidade, mas qual é a estima que temos de Cristo?
3. Estas mesmas Escrituras nos pedem para nos separarmos de pessoas más. 2 Timóteo 2.20 nos fala de “vasos para honra e vasos para desonra”, e o versículo seguinte diz que devemos nos purificar dos vasos para desonra, para sermos vasos para honra, “santificado e idôneo para uso do Senhor” (2 Tm 2.21). Aqui está se referindo às pessoas e não meramente a doutrina. Em outras palavras, à medida que nos separamos destes vasos – pessoas, não apenas suas doutrinas – somos santificados e feitos úteis para uso do Senhor. Não é suficiente o não apoiar suas doutrinas, pois só pelo fato de se estar associado a eles há contaminação com o mal. Todos os esforços possíveis têm sido feitos, na cristandade, para debilitar a força desta passagem.

Assim, as Escrituras nos ensinam, com toda evidência, a separação dos sistemas os quais são uma negação da verdade; das falsas doutrinas, que negam a verdade, e dos vasos para desonra, pessoas que não praticam a verdade.

A separação. ainda que necessária, é sempre negativa, mas deve ter também algo que seja positivo. Isto nos leva ao segundo e grande princípio: associação com o bem. Devemos seguir “a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor” (2 Tm 2.22).
Primeiro deve haver a justiça ou retidão. Qualquer que seja a profissão de fé que o homem faça, se não há nenhuma evidência de justiça prática, não pode estar de acordo com Deus. Mas a justiça não é bastante; o que é justo e o que é injusto não são suficientes para determinar o caminho do cristão. Ele deve, por princípio, fazer o que é justo. mas para andar com desembaraço no caminho do Senhor se requer fé. Portanto, com a justiça, deve haver a fé. E a justiça e a fé preparam caminho para o amor. Se o amor não é garantido pela justiça e pela fé, se degenerará em mero afeto humano. o qual será usado como desculpa para não se atuar com firmeza e para passar por alto o mal. Logo estas qualidades conduzem à paz — não a uma paz desonrosa que faz compromisso com o mal, com a incredulidade e com a inimizade, mas uma paz honrosa, que resulta da justiça, da fé e do amor. Se seguirmos assim estas formosas qualidades, encontraremos outros que estão fazendo o mesmo — aqueles ‘que, com um coração puro, invocam o Senhor” — com os quais devemos nos associar. A separação não significa o isolamento. As Escrituras nos mostram que sempre haverá aqueles com os quais poderemos estar associados ou reunidos.

Portanto, estas passagens das Escrituras fornecem, ao povo de Deus, instruções precisas para os dias de hoje. Não nos sugerem, nem uma só vez, que saiamos fora da Casa de Deus. Para fazê-lo, teríamos que sair totalmente fora deste mundo. Mas do mesmo modo que não podemos sair da Casa, somos responsáveis de nos apartarmos do mal que há dentro da Casa. Não nos é dito que voltemos a construir a Casa.

É, portanto. nossa responsabilidade, andarmos na luz do que foi no princípio, e que todavia ainda existe sob o olhar de Deus, e isto apesar de todo o fracasso do homem. Estas três coisas são necessárias:
— O reconhecimento de Cristo como “a Cabeça”.
— O governo e guia do Espírito Santo.
— O atuar de acordo com as Escrituras.

“Cristo amou a Igreja e a Si mesmo Se entregou por ela” (Ef 5.25).
Querido leitor, está o seu coração pronto para corresponder a isto?

Sobre dúvidas e Questões- G.Cutting

Eu me desviei e temo ter cometido o pecado imperdoável.


Qual é o pecado imperdoável? O próprio Senhor respondeu claramente a essa pergunta em Marcos 3.29,30: “Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo. Porque diziam: Tem espírito imundo”.
Em Mateus 12.28, o Senhor diz: “Mas eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus”. E eles disseram, “Este não expulsa os demônios senão por Belzebú, príncipe dos demônios” (v.24). Eles estavam então na verdade chamando o Espírito de Deus de príncipe dos demônios! Era esta a blasfêmia para a qual não havia perdão! Atribuir os milagres de Jesus a uma obra do demônio.
Fica assim evidente que se alguém continuar desejando Cristo como seu Salvador, quaisquer que tenham sido os seus desvios, ele não cometeu este pecado. Como poderia desejar ter como Salvador alguém que julga ser capacitado pelo poder do próprio Satanás? Se conhecesse uma tal pessoa não confiaria a guarda de seus cães a ela nem por um dia, quanto mais a salvação de sua alma por toda a eternidade!
Todavia, um indivíduo perturbado pode dizer, pequei muito e me desviei completamente. Respondemos, sua atitude é lamentável. Nada pode ser mais humilhante e triste do que uma retribuição dessas para o amor mostrado por Ele. Mas, mesmo isto não mudou o coração do Senhor. “Como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13.1) .
“É isto que me humilha e envergonha,
Descobrir que Tu não mudaste”.
Nós perguntamos naturalmente, depois de fazer ou dizer alguma coisa desagradável a um amigo querido: “O que ele vai pensar de mim?”.
Isso acontece geralmente com o que se desvia. “O que o Senhor vai pensar de mim agora?” diz ele, “Quando eu mesmo condeno e odeio a minha atitude, meu comportamento que desonrou a Deus?”
Na verdade, Ele continua pensando de você o que sempre pensou. “Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais”(Jr 29.11). Ele sabia desde o início quão mau seria o seu comportamento, mas deu mesmo assim o seu precioso sangue de vida para remi-lo.
Foi em vista de tudo o que eu era, e tudo o que viria a ser, que Ele “me amou e deu-se a Si mesmo por mim”.



O que dizer dos meus pecados depois de minha conversão?


Lembre-se, caro leitor, que além do juízo eterno dos perdidos, Deus só tem um meio de tratar com o pecado segundo a Sua justiça: pelo sacrifício e morte de Jesus. Considere um santo pecador como Davi, no Velho Testamento, e um como você na presente dispensação. A cruz de Cristo satisfez cada pecado de ambos, caso contrário a condenação eterna será o seu destino. Mas existe uma grande diferença entre os dois casos. Ela pode ser explicada mais ou menos assim: Quando Cristo foi colocado na cruz como portador de pecados, Ele não levou sobre si nenhum dos pecados de Davi, exceto os cometidos no passado; enquanto não carregou nenhum dos seus, exceto os futuros. O significado é este: quando Jesus estava “levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro” (1Pe 2.24), os pecados de Davi estavam todos no passado e os seus todos no futuro. Como diz o pequeno hino:
“Deus, que os conhecia, colocou-os sobre Ele,
E crendo, você está livre”.
Ou, melhor ainda, segundo expresso na Escritura (veja Isaías 53.6): “Todos nós andámos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”. Os pecados de Davi, os seus e os meus; a saber, os pecados de cada alma salva na história do mundo - todos eles se reuniram ali. Que grande atração essa cruz vai ser na eternidade para cada remido, qualquer que seja a dispensação em que tenha vivido! Foi o amor insondável que O levou até ela; e até que o juízo completo pelo pecado tivesse sido suportado e esgotado, até que a maior de todas as transações tivesse sido completada, e ganha a maior das vitórias, foi o amor inextinguível que O manteve nela. Abençoado Salvador!
O que torna tão iníqüos os nossos pecados depois da conversão, é a desonra que causamos ao seu Nome, a tristeza provocada num coração como o dEle.
Mas Aquele que pensou em nós e morreu por nós em nossa condição de pecadores perdidos, não se esqueceu de prover também livramento para nós como santos ingratos. Ele tomou nosso lugar na cruz e morreu por nós, passando depois a defender a nossa causa no trono e vivendo para nós. “Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida” (Rm 5.10).
Obtemos a garantia divina nas palavras “Muito mais”, de que seremos preservados para sempre. “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis“ (1 Jo 2.1). Temos, entretanto, a graciosa provisão, não obstante essas palavras, pois o mesmo versículo diz, “e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo”. A Escritura não diz, “Se alguém arrepender-se de seu pecado, temos um Advogado”. Não; o arrependimento e a auto-análise que levam à confissão são os resultados do serviço do Advogado para nós. Ele não defende a nossa causa porque nos entristecemos; mas nos entristecemos porque Ele nos defende. “Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (Lc 22.32), foi a sua bondosa declaração a Pedro. Ele sabia que o comportamento dele iria falhar, mas não esperou até que Pedro “chorasse amargamente” para orar a seu favor. “Roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça”.
Jesus provou novamente a Pedro ainda autoconfiante, naquela ocasião, que tinha tanta capacidade para sustentar um discípulo que começava a afogar-se como para atrair aquele que começava a andar; que se Pedro desviasse os olhos do Senhor, este não desviaria os seus dele; e que mesmo se deixasse de andar pela fé, essa seria justamente a ocasião de manifestar as novas atividades do amor do Mestre - sua mão estendida estaria agora ao serviço de seu servo infiel. “Do justo não tira os seus olhos” (Jó 36.7). Assim sendo, mediante a sua intercessão predominante junto ao Pai no céu, é que eu, pelo Espírito de Deus, sou levado a confessar com o coração compungido. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”(1 Jo 1.9).
Você pode, portanto, aproximar-se do Pai com toda confiança e abrir todo o seu coração diante dEle. Se fizer isso, esteja certo de que, em toda fidelidade e justiça Àquele que levou sobre Si os nossos pecados e que “vive para sempre a fim de interceder por nós”, Ele irá perdoá-lo livremente. E quando faz isso, uma tão grande graça irá sem dúvida tornar você cada vez mais zeloso, cuidando para que outro passo em falso não ofenda e entristeça um amor assim tão fiel e imutável.

Extraído do livro “Luz Para as Almas Ansiosas” - G.Cutting

Irmãos em Cristo Jesus.

Irmãos em Cristo Jesus.
Mt 5:14 "Vós sois a luz do mundo"